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Notícias de: Ensino, Pesquisa e Inovação

13abr2023
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Notícias Gerais

Testes genéticos: conhecer para cuidar.

O material genético carrega informações que definem cada pessoa, como elas são e como reagem ao ambiente. É por meio do conhecimento acerca desses detalhes que os cientistas conseguem definir o conjunto de genes que está relacionado com o desenvolvimento de determinadas características do indivíduo (cor dos olhos, tendência a desenvolver tipos de doenças, etc.). No entanto, o padrão normal destas características pode ser alterado com o surgimento de mutações, que são alterações nos genes. Algumas dessas mutações podem ser herdadas ou adquiridas por exposição a agentes como radiação ou produtos químicos cancerígenos, além de hábitos alimentares e estilo de vida desregrado. Elas podem causar problemas à saúde e impactar na forma como as pessoas desenvolvem seus hábitos de vida. 

Nos Estados Unidos e Europa, por exemplo, essas informações são utilizadas para avaliar, em atletas de alto rendimento, quais os tipos de exercícios físicos são mais apropriados para potencializar suas qualidades. Para além destas possibilidades, é possível prever a predisposição deles em acumular gordura e o seu potencial em ganhar massa magra. Baseado nisso, é possível explicar, por exemplo, o motivo pelo qual algumas pessoas possuem maior dificuldade de perder peso que outras, mesmo fazendo dietas.

Nesta mesma linha, entender o perfil de alguns grupos de genes (ou assinaturas gênicas) e suas principais modificações, pode fornecer informações suficientes sobre o desenvolvimento e agressividade do câncer. Essa assinatura gênica, base para o desenvolvimento dos testes genéticos, pode caracterizar uma chance aumentada de se desenvolver a doença, de como ela deverá progredir e, até mesmo, se um determinado tipo de medicamento será mais eficiente no tratamento.

A ciência vem caminhando a passos largos na direção de se entender as diferenças entre os grupos populacionais e, assim, sugerir, através de testes genéticos, métodos de diagnóstico e monitoramento de doenças como o câncer. Em certos casos, o resultado destes testes, atrelado às informações de saúde da família, pode ser a chave para se evitar que várias outras pessoas próximas sofram da mesma enfermidade. Atualmente, a realização de testes genéticos é uma alternativa minimamente invasiva que pode substituir a necessidade de se fazer inúmeros exames inconclusivos. As amostras para realização de um teste genético vão desde sangue, saliva, biópsia, a um raspado tecidual. 

A equipe científica multiprofissional do Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação, por exemplo, trabalha com o desenvolvimento de painéis genéticos que possam ser acessados por biópsia líquida para os cânceres de mama, ovário, colo do útero e glioblastoma. Esta abordagem é importante para permitir que o diagnóstico da doença, bem como o monitoramento da efetividade terapêutica, possa ser acessado mais rapidamente e de maneira menos invasiva. Com as estratégias de testes genéticos em desenvolvimento na unidade de “Ensino, Pesquisa e Inovação”, os pesquisadores acreditam que a equipe médica passa a estabelecer tratamentos mais efetivos e personalizados aos pacientes da Instituição. 

Para conferir mais informações a respeito das pesquisas realizadas no Instituto Mário Penna, fique atento às publicações e redes sociais.

 

Texto de: Fábio Ribeiro Queiroz | Biólogo, Doutor em Ciências da Saúde Pesquisador do Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação.

29mar2023
Autor Carolina Farah Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

“Ensino, Pesquisa e Inovação” destaca importantes estudos para a prevenção do câncer de colo de útero

No Brasil, o câncer de colo do útero é o terceiro tipo de câncer mais incidente entre as mulheres, chegando a ocupar a segunda posição na região norte. Algumas estratégias têm sido muito importantes para prevenir e impedir o avanço do câncer de colo de útero, como: a vacinação contra o papilomavírus humano (HPV), a triagem e detecção precoce do câncer cervical, assim como o tratamento de células pré-cancerosas e cancerígenas que podem eliminar o câncer de colo do útero. À medida que o mês de conscientização sobre o câncer de colo de útero acaba, observamos que ainda é preciso buscar soluções eficientes e acessíveis a todas as pacientes para eliminar essa doença. Dra. Letícia Braga, Gerente de Pesquisa Translacional do Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação destaca que algumas iniciativas para erradicar esse câncer têm sido feitas em diferentes partes do mundo, a partir da pesquisa e exemplifica alguns achados da ciência.

Dra. Letícia Braga

O primeiro, desenvolvido por pesquisadores da Universidade da Malásia, é um autoteste para HPV, cujos resultados estão incorporados em uma plataforma digital. Para a pesquisa, foram examinadas mais de 4 mil mulheres em 15 meses. Dessas, 5% apresentaram evidências de infecção por HPV, o que significava que elas corriam maior risco de câncer de colo do útero e 89% delas receberam cuidados de acompanhamento. Esses esforços levaram à criação de uma fundação que continua o programa de testes.

Outro estudo, publicado NEJM Evidence, em abril de 2022, mostra que uma única dose da vacina contra o HPV fornecia 97,5% de proteção contra os dois tipos de HPV que causam 70% de todos os cânceres de colo do útero. O estudo avaliou a resposta imune gerada contra o HPV em mais de 2.000 mulheres, do Quênia, de 15 a 20 anos, que haviam tomado uma dose da vacina. Essa evidência precisa ser avaliada com critério em diferentes populações para perspectiva de novas diretrizes de vacinação, o que poderia expandir a cobertura atual da idade da população a ser vacinada.

Já um terceiro estudo publicado em janeiro deste ano, na revista científica Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention, mostra que, nos Estados Unidos, 20% dos diagnósticos de câncer de colo de útero estão sendo feitos em mulheres com mais de 65 anos, exatamente na idade que o rastreamento do câncer do colo do útero é interrompido. Isso mostra que, mesmo em países desenvolvidos, mulheres podem não estar mantendo em dia com seus exames preventivos. “Esse estudo é importante para incentivar o desenvolvimento de ferramentas de alerta para o sistema de saúde de adesão das pacientes às iniciativas de monitoramento da doença”, explica Dra Letícia.

O Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação também fomenta pesquisas que visam o desenvolvimento de ferramentas que possam identificar biomarcadores capazes de predizer para os médicos, ou seja, informar antes do tratamento, como será a resposta das pacientes com câncer do colo do útero. Ainda segundo a Dra. Letícia, no câncer do colo do útero, os desafios persistem – às vezes de maneira diferente e em realidades diferentes. No entanto, resultados promissores estão sendo apresentados, como, por exemplo, uma pesquisa do Mário Penna que foi considerada como a terceira melhor produção científica apresentada em um congresso em Chicago/Illinois (EUA).

Leia mais clicando neste link: https://mariopenna.org.br/pesquisa-translacional-do-instituto-mario-penna-recebe-premiacao-nacional-em-genetica/

Para que toda a comunidade médica científica possa superar o desafio de tornar os resultados de pesquisa acessíveis a todas as pacientes no sistema único de saúde (SUS), é muito importante o consentimento assim como a participação dos pacientes nas pesquisas nacionais. Saiba mais informações com o seu médico!

Texto escrito por Letícia Braga | Doutora em Ciências da Saúde, com ênfase em Oncologia Experimental e Gerente da unidade de Pesquisa Translacional do Mário Penna.

20mar2023
Autor Carolina Farah Categorias Diretoria, Ensino, Pesquisa e Inovação, Notícias Gerais

“Ensino, Pesquisa e Inovação” celebra a entrada de 44 médicos para a nova Residência e Especialização do Mário Penna

Há 23 anos o Instituto Mário Penna carrega não só a missão de assistir com excelência os seus pacientes, mas também de formar médicos capacitados para atender de forma qualificada e humanizada. No dia 1º de março, mais de 40 médicos entraram para o programa que, a partir deste ano, passa a ser conhecido como “Ser Residente”. O projeto de valorização da Residência Médica da instituição, agora gerido pela unidade de “Ensino, Pesquisa e Inovação”, visa promover uma formação multicêntrica aos médicos, além de fomentar módulos integrativos de ensino distribuídos em simpósios, apresentação de trabalhos científicos, série de aulas a respeito de empreendedorismo, workshops, seminários, rodas de conversas on-line, premiações e encontros.

Marco Antônio Viana Leite, Diretor Presidente, evidencia que o Programa de Residência possibilita que o Instituto mantenha um atendimento qualificado aos pacientes e melhore o prognóstico de quem é atendido na unidade de saúde. “É na própria instituição que formamos os médicos que estarão conosco na assistência. Ou seja, o ensino é um dos principais pilares do Mário Penna. Esse ano nós teremos um desafio maior, que é aproximar ainda mais desses residentes, por meio de uma estratégia institucional. O objetivo é, além da aprendizagem com o preceptor, que esses profissionais entendam a instituição e possam nos ajudar na missão que é cuidar de vidas. Desta forma podemos, a cada dia, formar mais especialistas com foco na humanização”.

Já no primeiro dia na Instituição, os médicos participaram de um café de boas-vindas. O acolhimento institucional contou com a presença dos gestores das mais diversas áreas, como enfermagem, equipe multidisciplinar, farmácia, recursos humanos, serviço de segurança e medicina do trabalho, serviço de infecção e controle hospitalar, laboratório de patologia clínica, entre outras. A presença de todo o corpo clínico e assistencial deixou oportunizar a estratégia de um cuidado com foco na jornada do paciente, em um serviço de saúde que adota, cada vez mais, um modelo de decisão compartilhada. As diretrizes para uma melhor assistência foram apresentadas pelo Diretor Técnico Assistencial, Dr. José Mourão Neto. Outro momento importante da recepção, foi o primeiro contato da turma com a equipe de “Ensino, Pesquisa e Inovação”. Essa apresentação enfatizou as atuais pesquisas clínicas e translacionais em vigência no Instituto Mário Penna, bem como destacou a plataforma de ensino e o cronograma de eventos anuais das unidades de negócio.

 Residência Médica Mário Penna

O Mário Penna é reconhecido e credenciado para formar novos médicos em 12 especialidades. Pelo Corpo Clínico são capacitados médicos especialistas em Anestesiologia, Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Cirurgia Geral, Cirurgia Oncológica, Clínica Médica, Hematologia e Hemoterapia, Mastologia, Medicina Intensiva, Oncologia Clínica, Radioterapia, Urologia. O programa também possui o curso de formação em Ginecologia Oncológica.

“O Programa Ser Residente foi pensado visando ampliar a formação dos médicos para além das suas capacidades técnicas. É um projeto que, de fato, oferece a esses novos profissionais uma gama de conteúdos, de oportunidades de aprendizagem e que, além de completar a formação acadêmica, faz com que eles saiam médicos diferenciados para o mercado de saúde, no Brasil. Essa valorização, sobretudo, tem um impacto e um reflexo direto na assistência àqueles que são o foco da nossa atenção maior, que são os pacientes, assim como agrega valor à toda a cadeia de saúde na qual a instituição está inserida”, enfatiza o Dr. Márcio Sanches, Diretor Geral do Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação.

 

15mar2023
Autor Carolina Farah Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

Ensino Mário Penna completa um ano de “Café com Ciência”com a 7ª edição do seminário em Minas

Em uma parceria com o Museu Inimá de Paula, 100 convidados participaram de uma nova experiência artística, cultural e científica na capital mineira. A 7ª edição do “Café com Ciência” além de celebrar um ano, trouxe uma discussão a respeito da “Epigenética e Câncer: desafios e inovações para a qualidade da assistência”.

O público pôde conferir a exposição de arte “NOW”, de estética contemporânea, assim como a coleção de obras da Fundação Inimá de Paula e o acervo permanente dedicado ao pintor Inimá de Paula.

Ao longo deste ano, o Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação irá promover mais de 150 ações. Ao todo serão aulas, vídeoaulas, simpósios, jornadas, seminários e eventos acadêmicos presenciais, que visam favorecer o desenvolvimento de pesquisas e fomentar uma reflexão acerca da oncologia e da produção científica no Brasil. Para tanto, a unidade iniciou o seu Plano de Ensino 2023 comemorando um ano do projeto “Café com Ciência”, na última quarta-feira, dia 8 de março.

As aulas tiveram como enfoque central as temáticas “saúde” e “doença”, por meio de uma abordagem teórica, de conceitos e que também perpassaram pelo olhar da indústria farmacêutica, assim como pela análise de casos clínicos do Hospital Luxemburgo. O Simpósio, mediado pela Dra. Letícia Braga, Gerente de Pesquisa Translacional do Instituto Mário Penna, contou com a palestra da Dra. Maria Raquel Carvalho, Médica Geneticista e professora da UFMG, assim como a do Dr. Leonardo Augusto Wendling Henriques, Médico Neurocirurgião do Instituto Mário Penna e Doutorando em Medicina na UFMG e, também, a do Ms. Heitor Burlamaqui Bastos, Mestre em Genética e Biologia Molecular e Especialista Clínico na Illumina.

A epigenética possui muitas implicações médicas, principalmente associadas a doenças como o câncer e seu conhecimento poderá trazer oportunidade para melhorar o diagnóstico e tratamento dos pacientes oncológicos. O bate-papo abordou implicações da temática desde o desenvolvimento até as alterações de expressões de características individuais do corpo ao longo da vida. Ou seja, foi uma discussão do importante papel da epigenética na oncologia por relacionar características como o estilo de vida, o meio ambiente e o desenvolvimento como informações reversíveis que, introduzidas aos cromossomos (estruturas que abrigam o material genético dentro da célula), podem alterar a suscetibilidade humana a doenças.

O evento “Café com Ciência” vem construindo um posicionamento estratégico para que o Instituto Mário Penna também se torne uma referência em produção de conhecimento no país. “O Simpósio contou com a presença de grandes ícones na área da saúde, especialistas brasileiros que trouxeram suas experiências e conhecimentos para uma noite de discussões, super agradável”; conclui Dr. Márcio Sanches, Diretor da unidade de “Ensino, Pesquisa e Inovação”.

3mar2023
Autor Carolina Farah Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

Instituto Mário Penna e Biominas Brasil assinam parceria para crescimento do ecossistema de inovação em saúde

Reconhecido por ser o maior prestador do Sistema Único de Saúde (SUS) em cirurgias oncológicas, bem como o primeiro em tratamentos de radioterapia e quimioterapia no estado de Minas Gerais, o Instituto Mário Penna lançou, oficialmente na última quarta-feira, dia 1º de março, a sua parceria com a pioneira no setor de bionegócios no Estado, a empresa Biominas Brasil. O objetivo do acordo é transformar a assistência em saúde por meio do fomento à inovação e à ampliação de projetos tecnológicos na área da saúde humana, com ênfase em oncologia.

O Diretor-Presidente do Instituto Mário Penna, Marco Antônio Viana Leite, destaca que a união das instituições é uma importante articulação para o ano de 2023 e visa criar um ambiente colaborativo que favoreça a biotecnologia. O acordo não só acelera o desenvolvimento de soluções em saúde no Mário Penna, como também melhora a qualidade de vida dos mais de mil pacientes que passam diariamente pela instituição, provenientes de mais de 600 municípios.

“É muito importante fazer essa parceria com a Biominas Brasil porque nós temos a oportunidade de criar, de forma conjunta, um ecossistema de inovação em saúde. A Biominas tem expertise em coordenar empresas e fazer trabalhos vanguardistas na área tecnológica e nós, de forma complementar, somos referência no tratamento humanizado e, também, em pesquisas oncológicas. Essa parceria será fundamental e irá aproximar o Instituto do mercado e de Hubs, conexões que validam e escalonam as novas tecnologias”; evidencia Marco Antônio.

A nova cultura de inovação a ser implementada terá três pilares como instrumento de parceria: fomento à educação e à pesquisa, o desenvolvimento de negócios e a inteligência de dados. Essa estrutura propõe uma atualização do que há de mais moderno no mercado, bem como prepara os colaboradores para novos desafios que irão surgir na área. O objetivo é que as soluções desenvolvidas pela parceria melhorem e incrementem o próprio sistema de saúde.

“A parceria entre o Instituto Mário Penna e a Biominas Brasil une as competências das duas instituições em produção científica e tecnológica, gestão de informações e geração de inovação na área oncológica. Isso será possível através de disseminação de conhecimento, criação de startups, transferência de tecnologia, e incorporação das soluções na sociedade. Todos estes mecanismos geram novas oportunidades e parcerias que incrementam o ecossistema de saúde”; enfatiza Eduardo Emrich, Presidente & CEO da Biominas Brasil.

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