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Notícias de: Ensino, Pesquisa e Inovação

4jan2023
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação

O paciente no centro do cuidado: por que esse aspecto da assistência em saúde não é mais negociável?

Colocar o paciente no centro do cuidado se tornou uma tendência nas últimas décadas, juntamente com o desenvolvimento do conceito de medicina preditiva (diagnóstico precoce para dar mais agilidade ao tratamento e proporcionar bem-estar ao paciente). No entanto, a evolução digital no campo da saúde, fortemente impulsionada pela pandemia da Covid-19 e pela possível pós-pandemia, transformou o que era uma tendência para o futuro em uma necessidade imediata.

Mas, por que colocar o paciente no centro do cuidado é tão importante?

Colocar o paciente no centro do cuidado é devolver a ele o protagonismo sobre sua própria saúde. É priorizar suas necessidades, desejos e direitos, com foco na qualidade da assistência. Esta abordagem humanizada possibilita a tomada de decisão mais segura e informada por parte dos prestadores de cuidados de saúde em relação às condições clínicas, sem desconsiderar que o paciente é o elemento central para que as terapêuticas e orientações recomendadas sejam efetivamente executadas.

Além disso, há outro fator que torna inevitável esse movimento: o próprio paciente, seguindo as tendências do novo modelo de consumo que se baseiam na era da experiência e nas novas oportunidades de experimentação, sente a necessidade de participar da tomada de decisão juntamente ao médico e à equipe de saúde. Com o aumento das iniciativas para melhorar a experiência do paciente, assim como o uso expressivo da internet e das novas tecnologias que permitem o acesso à informação de forma aberta e ilimitada, um novo perfil de paciente vem emergindo e fazendo com que os serviços de saúde enxerguem cada vez mais a necessidade de adoção de um modelo de decisão compartilhada. 

Outras evoluções digitais no campo da saúde também devem ser consideradas nesse contexto, uma vez que surgiram para apoiar o trabalho das equipes de saúde e ajudá-las a oferecer os melhores serviços aos pacientes. A tecnologia da informação e a comunicação (TIC) permitiu melhorar o processo de atendimento com novos recursos que antecipam as necessidades do paciente e o mantêm informado sobre seu tratamento. A TIC também permitiu desenvolver sistemas modernizados para registro médico, monitoramento remoto, preservação das narrativas digitais do cuidado dos pacientes nas plataformas EHR (electronic health records), etc., resultando em um atendimento mais seguro e preciso.

O avanço dessa era digital também possibilitou que os usuários usem dispositivos on-line para enviar sinais vitais e dados clínicos diretamente para os profissionais de saúde quando necessário. Permite, ainda, que ocorram consultorias e consultas por videochamada, bem como entre a equipe multidisciplinar, facilitando dessa forma o monitoramento das condições clínicas que necessitam de acompanhamento, além de permitir a criação de novas diretrizes para melhorar a assistência, aumentar a qualidade de vida do paciente e, por último, mas não menos importante, incluí-lo em ações da medicina preventiva.

O que podemos concluir disso tudo? 

 Que um novo perfil de paciente que busca o protagonismo para acessar tratamentos e serviços de saúde, já é realidade e vem para somar com o modelo assistencial que o coloca no centro do cuidado, como elemento central de todo o processo assistencial, desde a criação das estratégias até a realização da assistência e do cuidado. Ignorar essa realidade é operar no passado, onde o médico era o elemento exclusivo da assistência e o paciente um executor dos comandos entregues pelo profissional. Permanecer nesse modelo não é apenas seguir na contramão da evolução, mas deixar de oportunizar um modelo assistencial ao qual o paciente, mais facilmente, disporia de maior interesse e engajamento, o que consequentemente poderia impactar positivamente no tratamento.

Por: Márcio Sanches | Médico e Diretor do Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação

 
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CONFIRA MAIS INFORMAÇÕES: 
 
Assista ao primeiro Simpósio Mário Penna de Atualizações em Oncologia, que teve como tema a “Interdisciplinaridade na Assistência ao Paciente Oncológico”:
 
Link:https://www.youtube.com/watch?v=XIuNjL-0EL0
4jan2023
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação 1 comentário em Instituto Mário Penna realiza Simpósio com foco 100% no atendimento interdisciplinar ao paciente com câncer

Instituto Mário Penna realiza Simpósio com foco 100% no atendimento interdisciplinar ao paciente com câncer

O Simpósio Mário Penna de Atualizações em Oncologia foi promovido pela unidade de “Ensino, Pesquisa e Inovação”, no último dia 8 de dezembro de 2022, no Teatro FELUMA e teve como tema a “Interdisciplinaridade na Assistência ao Paciente Oncológico”. O evento contou com a presença de mais de 200 participantes, a exposição de diversos estandes, duas aulas magnas e quatro mesas de discussões conduzidas por mais de 20 renomados profissionais que atuam na promoção da saúde, no país.
A temática trouxe novos olhares para uma abordagem humanizada com o paciente. O evento debateu desde aspectos essenciais para a assistência no tratamento do câncer, como as principais inovações e possibilidades diagnósticas e de condução da jornada do paciente, perpassando também por assuntos como inteligência artificial, algoritmos e gestão de dados. Márcio Sanches, Diretor de “Ensino, Pesquisa e Inovação” enfatizou que o Simpósio visa possibilitar uma tomada de decisão mais segura e informada por parte dos prestadores de cuidados de saúde em relação às condições clínicas, sem desconsiderar que o paciente é o elemento central para que as terapêuticas e orientações recomendadas sejam efetivamente executadas.
Com o evento foram arrecadados mais de 50 kg de alimentos não perecíveis, destinados aos pacientes do Mário Penna. Os participantes também puderam fazer uma doação e adquirir uma linda agenda de 2023, um simples gesto de solidariedade que auxilia no tratamento de milhares de pacientes oncológicos de todo o estado de Minas Gerais. O Instituto Mário Penna – Ensino, Pequisa e Inovação também incentivou a prevenção e o cuidado, ao apoiar e divulgar a Campanha de Dezembro Laranja, com o tema “Salve sua Pele”. Já os participantes que acompanharam toda a discussão do Simpósio, concorreram ainda a duas bolsas de estudos para uma “Certificação Internacional de Liderança em Saúde” — ação em parceria com o Medportal, DHGE e a universidade americana Duke.
O Simpósio Mário Penna foi uma ação gratuita e aberta ao público, de formato híbrido (presencial e on-line), que já alcançou mais de 700 profissionais da saúde, cientistas, pesquisadores e demais interessados na temática abordada no ano de 2022. O evento contou com a parceria e o apoio de 21 farmacêuticas e instituições nacionais e internacionais.
4jan2023
Autor Marketing Categorias Dezembro Laranja, Ensino, Pesquisa e Inovação

Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação faz alerta ao câncer de pele

Você sabia que as células acometidas pelos mais diversos tipos de cânceres podem se proliferar além de seus limites normais e invadir partes adjacentes do corpo, se espalhando para outros órgãos? No caso do câncer de pele não é diferente! A doença também pode apresentar esse crescimento descontrolado de algumas células que compõem esse órgão – a pele. Nesse contexto, existe um grupo de cânceres que se desenvolve lentamente na camada superior da pele, o chamado de “câncer de pele não melanoma” (CPNM). Nesse grupo, os exemplos mais importantes são o “carcinoma basocelular” (CBC), que é menos agressivo, e o “carcinoma espinocelular ou epidermoide” (CEC), que é um tumor de característica maligna. O termo “não melanoma” distingue esses tipos, mais comuns de câncer de pele, do câncer menos comum e, também, mais agressivo, que é o melanoma.

O câncer de pele não melanoma é o grupo de neoplasias malignas mais predominante no Brasil e no mundo, respondendo por 30% dos diagnósticos no país. Pensando nas regiões do Brasil que mais ocorrem esse grupo da doença, quando consideramos os homens, o câncer de pele não melanoma é o mais incidente nas Regiões Sul, Centro-Oeste e Sudeste, enquanto para as mulheres, a incidência é predominante em todas as regiões do Brasil.

Cerca de 75 em cada 100 casos de não melanoma são carcinoma basocelular que, portanto, é o tipo mais comum de câncer de pele. Ele se desenvolve, principalmente, em áreas expostas a muita luz, incluindo partes do rosto como nariz, região das pálpebras, testa e bochechas. Além disso, também se desenvolve nas costas ou na parte inferior das pernas e é mais frequentemente diagnosticado em pessoas de meia idade ou idosas. No que diz respeito ao CEC, esse é o segundo grupo mais comum de câncer de pele não melanoma, e é comumente visto em áreas da pele expostas ao sol, incluindo dorso das mãos, rosto, braços, pernas, orelhas, boca e até mesmo no couro cabeludo. Além disso, o carcinoma espinocelular também pode ocorrer em áreas de mucosas e genitais, ou seja, em locais não expostos ao sol.

Há dois tipos básicos de câncer de pele, o não melanoma e o melanoma. Esse segundo, apesar de ser um grupo de câncer de pele pouco frequente, é o tipo mais grave. Ele se desenvolve a partir de melanócitos, que são aquelas células que produzem a melanina – o pigmento que dá cor à pele. O melanoma também pode se formar nos olhos e, raramente, pode ocorrer em mucosas. Apenas 20 a 30 por cento dos melanomas se desenvolvem a partir de “manchas ou pintas” preexistentes, ou seja, 70 a 80% surgem na pele aparentemente normal, assim sendo, é preciso ter uma maior atenção às lesões pigmentadas que aparecem no corpo de repente.

A maioria dos cânceres de pele podem ser curados se diagnosticados e tratados precocemente, então verifique sua pele todos os dias em busca daquelas “feridas que não cicatrizam” ou daquelas “manchinhas ou pintas” que surgiram ou estão se modificando. Já o tratamento da doença é de acordo com o tipo de câncer de pele e inclue a remoção cirúrgica, a crioterapia, a cirurgia micrográfica de Mohs, a quimioterapia e a radioterapia.  

Vacinas contra o câncer de pele no mundo 

 A parceria entre a empresa alemã BioNTech e a indústria farmacêutica Pfizer foi consolidada com a criação da vacina contra o Coronavírus, na atual pandemia. Essa colaboração demonstrou ao mundo que juntas teriam tecnologia para trabalhar em novos projetos e, recentemente, as empresas noticiaram ao mundo que estão trabalhando no desenvolvimento de um imunizante nomeado como BNT111, para combater o câncer de pele tipo melanoma, em estágios III e IV da doença.

A vacina BNT111 atua no sistema imune do paciente ao trabalhar com o RNA-mensageiro, responsáveis pela síntese de proteínas, que “ensina” as células de defesa a combaterem o câncer de pele. A etapa de desenvolvimento do imunizante já se encontra em fase de ensaio, com a aplicação da primeira dose da vacina em um participante da pesquisa, na União Europeia. Até o momento, os resultados encontrados são promissores e a droga demonstrou ser segura o suficiente para que as pesquisas continuem avançando na captação de mais voluntários.

Outros estudos de vacina contra o câncer também estão em desenvolvimento na Universidade de Montreal, no Canadá. Esse imunizante, cujo método permite que as células cancerígenas sejam atacadas sem afetar as células saudáveis, está em fase de aprimoramento, em que um vírus modificado (Oncolíticos) infecta a célula doente e a elimina. O método demonstrou ser eficaz nos estudos de fase I, em camundongos. No entanto, ainda existe um longo caminho a ser percorrido para se propor estudos com voluntários, de forma segura.

Fonte: Instituto Nacional de Câncer – INCA

Texto da: Profa. Dra. Izabela Ferreira Gontijo de Amorim | Pesquisadora do Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação

6dez2022
Autor Marketing Categorias Casa de Apoio Beatriz Ferraz, Ensino, Pesquisa e Inovação, Humanização, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

“Ensino, Pesquisa e Inovação” promove oficina de pintura com os pacientes oncológicos hospedados na Casa de Apoio do Instituto Mário Penna

Na tarde do dia 30 de novembro, os pacientes da Casa de Apoio Beatriz Ferraz realizaram uma oficina de pintura com folhas de latânias desidratadas. A produção estará exposta como parte da decoração do 1° Simpósio Mário Penna de Atualizações em Oncologia, que acontecerá no dia 08 de dezembro.

O 1° Simpósio organizado pelo Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação, que será realizado no Teatro Feluma na próxima quinta-feira, das 8h às 18h30, contará com uma instalação de arte idealizada pela decoradora Rosa Fagundes e produzida pelos pacientes da Casa de Apoio, a partir da pintura de plantas desidratadas. “Quando me convidaram para realizar essa decoração, pensei em trazer elementos coloridos e alegres para o Simpósio, além de incluir os pacientes nesse projeto, com a proposta de renovação e esperança. Pude sentir que eles ficaram mais alegres e felizes com a atividade, aliviando as dores do tratamento de câncer”, afirma a decoradora.

Gizelle Mesquita, Coordenadora de Humanização e Psicologia Hospitalar do Instituto Mário Penna e que também será uma das conteudistas na mesa de discussão da equipe multidisciplinar do Simpósio, explica que o trabalho manual tem um efeito terapêutico muito importante para os pacientes, principalmente os que têm momentos de ociosidade na Casa de Apoio. “Durante a hospedagem deles, eles sentem muita falta de casa, e todas essas ações realizadas são para ocupar a rotina e minimizar essa angústia e saudade”.

A Casa de Apoio Beatriz Ferraz é mantida por doações e acolhe pacientes adultos oferecendo a hospedagem, o transporte e a alimentação, assim como aos seus acompanhantes, principalmente àqueles que residem no interior do Estado, para que assim possam dar seguimento aos tratamentos oncológicos no Instituto Mário Penna. A paciente Paola da Silva participou da oficina de pintura e descreveu como foi a tarde: “eu amo o carinho que recebo aqui diariamente, é minha segunda família. Essas atividades nos deixam mais felizes e nos fazem esquecer da dificuldade do tratamento”. Já a paciente Maria do Carmo Fernandes ressalta que a pintura ficou linda e que o serviço da Casa de Apoio é primoroso. “Todo o amor que recebemos aqui é muito importante. Essas ações colocam um sorriso de volta no nosso rosto”.

O público poderá conferir a obra de arte produzida pelos pacientes do Instituto Mário Penna no 1° Simpósio Mário Penna de Atualizações em Oncologia, que contará com a presença de mais de 23 conteudistas, entre renomados palestrantes e mediadores que atuam no setor da saúde oncológica no país. O evento é aberto a toda a comunidade interessada no tema.

Confira a programação completa do Simpósio e faça sua inscrição gratuita no Sympla.

5dez2022
Autor Carolina Farah Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Notícias Gerais

Instituto Mário Penna realiza primeiro Simpósio em BH com foco no cuidado multidisciplinar do paciente com câncer

O Instituto Mário Penna realiza, em Belo Horizonte, o 1º Simpósio Mário Penna de Atualizações em Oncologia. Com o tema “Interdisciplinaridade na assistência ao paciente oncológico”, o evento irá debater desde aspectos essenciais para a assistência no tratamento do câncer, como as principais inovações e possibilidades diagnósticas e de condução da jornada do paciente, perpassando também por assuntos como inteligência artificial, algoritmos, gestão de dados e metaverso. O evento acontece no dia 08 de dezembro, presencialmente, das 8 às 18h30, no Teatro da FELUMA (Alameda Ezequiel Dias, 275, 7º andar, Centro).

O primeiro Simpósio Mário Penna é uma produção da unidade de “Ensino, Pesquisa e Inovação” da instituição e contará com a presença de palestrantes atuantes no setor da saúde. A ação é aberta a toda a comunidade interessada no tema e as vagas são gratuitas, porém limitadas. É necessário se inscrever previamente pelo link do Sympla.

Os avanços na ciência e na medicina trazem inúmeras alternativas diagnósticas e terapêuticas para a saúde. A cada dia, principalmente com a incorporação de novas tecnologias, nos deparamos com um cenário promissor, de mais agilidade e maior precisão na detecção cada vez mais precoce de inúmeras doenças como o câncer, bem como de novas opções de tratamento para casos que, até bem pouco tempo, eram considerados incuráveis.

O que mudou, além da implementação de novas soluções tecnológicas?

A resposta é: o jeito de conduzir a jornada do paciente, colocando-o no centro do cuidado! A abordagem interdisciplinar, nesse contexto, é reconhecida como parte fundamental do processo do cuidado. A visão integrada e abrangente do paciente, de sua jornada e evolução, é fator crucial de sucesso na tão sonhada conquista da cura.

Programação oficial: Mesas

Mesa 1 – Aspectos gerais do tratamento ao paciente oncológico

Mediada pela Gerente de Enfermagem do Hospital Luxemburgo, Alessandra Fantaguzzi, essa mesa discutirá temas relacionados ao dia a dia do cuidado ao paciente oncológico, aos olhos da enfermagem e no que tange ao manejo de reações adversas e, também, de avanços nos cuidados paliativos.

Mesa 2 – Novos tempos na abordagem ao paciente oncológico

Sob a moderação da Gerente da Pesquisa Translacional do Instituto Mário Penna, Letícia Braga, esta mesa abordará temas que trazem as perspectivas de inovação a serem aplicadas no diagnóstico e tratamento de pacientes com câncer.

Mesa 3 – O papel do cuidado integrado na entrega de valor ao paciente com câncer

Uma visão multidisciplinar guiará a roda de conversa moderada pela Coordenadora da Equipe Multidisciplinar do Hospital Luxemburgo, Juliana Sclauser, trazendo à tona e com relevância a importância do cuidado centrado no paciente e com uma intervenção multicêntrica.

Mesa 4 – As fronteiras do conhecimento na jornada do paciente oncológico

A mesa, mediada por Ellias Lima, Médico Oncologista e Coordenador da Comissão de Residência Médica do Instituto Mário Penna, proporá uma discussão acerca de temas que impactam direta ou indiretamente a atividade assistencial. Inovação, incorporação tecnológica e educação serão assuntos desta roda de conversa no Simpósio.

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