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Notícias de: Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP)

27dez2024
Autor Sofia Gontijo Categorias Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP), Tratamento Oncológico

Bioinformática: uma grande aliada no enfrentamento ao câncer

A bioinformática é a ciência que utiliza ferramentas computacionais para analisar dados biológicos, sendo essencial para decifrar o código genético dos seres vivos. No caso dos seres humanos, esse código é formado por quatro bases nitrogenadas – estruturas básicas que formam o DNA – que se combinam em sequências totalizando aproximadamente 3,2 bilhões de bases. Essas estruturas codificam cerca de vinte mil genes, responsáveis por armazenar as informações necessárias para a formação, o desenvolvimento e o funcionamento do organismo.

“Um código, de proporções tão grandes e complexas, não pode ser analisado simplesmente pelo olho humano. É necessário o uso de ferramentas que auxiliam a desvendar esse código, e, é exatamente neste cenário que a bioinformática está inserida”, reforça Fábio Queiroz,  Pesquisador do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação.

Com o aprimoramento das técnicas de sequenciamento disponíveis, tornou-se mais rápido e acessível obter informações sobre o código genético do ser humano. Isso gerou uma enorme quantidade de dados genéticos, aumentando a necessidade de ferramentas que otimizem a análise e o armazenamento dessas informações. Nesse contexto, a bioinformática surge como uma aliada estratégica para ampliar a capacidade de investigação e compreensão dos dados biológicos.

No enfrentamento ao câncer, a bioinformática assume um papel ainda mais crucial. O câncer é causado por mutações nas sequências genéticas, e, com o auxílio dessa tecnologia, é possível explorar essas alterações em detalhes, revelando características pouco conhecidas da doença. Um exemplo marcante é a identificação dos genes BRCA1 e BRCA2, fundamentais para entender os cânceres de mama e ovário hereditários. Essa descoberta revolucionou o tratamento dessas doenças, permitindo o desenvolvimento de medicamentos altamente eficazes e direcionados a perfis genéticos específicos, tornando a medicina personalizada uma realidade.

Encontrar biomarcadores como aqueles atrelados aos genes BRCA, é uma prioridade para boa parte dos bioinformatas que estudam o câncer. Visto que, quanto mais assinaturas genéticas forem identificadas nos mais diversos tipos de câncer, maior é a chance de se desenvolver abordagens terapêuticas de precisão e no menor intervalo de tempo possível. O que favorece a sobrevida com qualidade de vida dos pacientes oncológicos.

O NEPI-Mário Penna conta com pesquisadores especialistas em bioinformática, que buscam biomarcadores em vários tipos de câncer. Eles buscam identificar assinaturas genéticas, como mutações e perfis de expressão, que possam direcionar tratamentos mais eficazes e personalizados.

Um exemplo recente dessa atuação é um estudo realizado em parceria com a Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Utilizando a bioinformática, os pesquisadores identificaram uma assinatura de long non-coding RNAs preditores da resposta ao tratamento quimiorradioterápico do câncer de colo uterino. Esses resultados abrem caminho para o desenvolvimento de testes que avaliem, antes do início do tratamento, as chances de sucesso da proposta terapêutica. Essa abordagem contribui para tratamentos mais eficazes e melhora a qualidade de vida das mulheres que enfrentam esse tipo de câncer. 

O estudo foi publicado no periódico Non-Coding RNA Research e pode ser acessado por meio do link:  https://doi.org/10.1016/j.ncrna.2024.10.004.

Fonte: Dr. Fábio Ribeiro Queiroz, mestre e doutor em Ciências da Saúde e responsável pela plataforma de sequenciamento e bioinformática do Instituto Mário Penna. 

6nov2024
Autor Giovana Cangussú Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Novo Hospital Luxemburgo, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP), Tratamento Oncológico

Câncer de Próstata: como a Pesquisa Translacional do Mário Penna tem transformado a prevenção e o tratamento

Dia 17 de novembro é reconhecido mundialmente como o Dia de Combate ao Câncer de Próstata. A data reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce dessa doença que afeta milhares de homens todos os anos.

O laboratório de Pesquisa Translacional do Instituto Mário Penna trabalha intensamente para transformar descobertas científicas em novas abordagens terapêuticas. Assim, a pesquisa translacional funciona como uma ponte entre o laboratório e a prática clínica, permitindo a criação de tratamentos mais eficazes e personalizados. Esses avanços beneficiam diretamente pacientes com câncer de próstata e trazem um impacto positivo na saúde masculina.

O câncer de próstata é o segundo câncer mais comumente diagnosticado e a quinta principal causa de morte por câncer entre homens em todo o mundo, representando a principal causa de morte por câncer em 48 países. No Brasil, a doença tem alta incidência, com cerca de 71.730 novos casos anuais estimados para o triênio de 2023 a 2025, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Isso representa aproximadamente 67,86 casos a cada 100 mil homens, sendo a segunda neoplasia mais frequente entre homens brasileiros, atrás apenas do câncer de pele não melanoma. A maior concentração de casos está nas regiões sudeste e nordeste, refletindo o envelhecimento populacional e o impacto do rastreamento com PSA (antígeno prostático específico).

Os principais fatores de risco incluem idade avançada, etnia negra e histórico familiar. Outros fatores como obesidade, sedentarismo, diabetes mellitus e dieta rica em carnes processadas e vermelhas, também aumentam o risco de desenvolver a doença. Os sintomas mais comuns são fluxo urinário fraco e micção frequente, embora esses sinais também possam estar relacionados a outras condições prostáticas. 

Diagnóstico Precoce e Acompanhamento

O diagnóstico precoce do câncer de próstata envolve o toque retal, o exame de PSA e, em alguns casos, a biópsia.

Toque Retal: Avalia irregularidades e nódulos na próstata.

PSA: Embora o exame de PSA seja útil, ele não é suficiente para avaliar a agressividade do câncer de forma isolada. Parâmetros como densidade do PSA, velocidade de elevação e a relação PSA livre/total ajudam a aumentar a precisão. O p2PSA, técnica em desenvolvimento, visa aprimorar a detecção.

Biópsia: Confirma o diagnóstico e avalia a agressividade do tumor. O sistema Gleason e a classificação ISUP (de 1 a 5) permitem uma análise detalhada, auxiliando no prognóstico e na personalização do tratamento. Tumores ISUP 1 têm crescimento lento e podem apenas requerer observação, enquanto os de ISUP 4 e 5 são mais agressivos e exigem intervenções mais intensas.

Sobre o tratamento 

O tratamento do câncer de próstata é abrangente e inclui várias abordagens. Para tumores iniciais ou de risco muito baixo, recomenda-se a vigilância ativa, já que muitos desses tumores têm crescimento lento e não representam risco imediato à saúde. Em casos localizados, onde o câncer está restrito à próstata, a cirurgia é uma opção comum, especialmente a prostatectomia radical, que remove toda a glândula prostática.

A radioterapia, seja externa ou interna (braquiterapia), também pode ser aplicada diretamente sobre o tumor. Nos casos em que a doença está mais avançada, utiliza-se a terapia hormonal, que reduz os hormônios que promovem o crescimento do câncer, seja por medicamentos anti androgênios ou cirurgia. 

Em casos mais avançados, a quimioterapia e as terapias-alvo, como os inibidores de PARP, são opções adicionais. A imunoterapia também pode ser indicada, ajudando o sistema imunológico a reconhecer e combater o tumor. Cada uma dessas estratégias é combinada e ajustada conforme o quadro clínico, buscando eficácia e qualidade de vida para o paciente.

30out2024
Autor Giovana Cangussú Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Não categorizado, Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP), Tratamento Oncológico

Do laboratório ao tratamento: como médicos e cientistas aceleram descobertas para tratamentos mais eficazes e inovadores

A pesquisa translacional é essencial para transformar as descobertas científicas em soluções clínicas, especialmente no tratamento do câncer. Esse tipo de pesquisa busca encurtar a distância entre a ciência básica e a prática médica, permitindo que novas descobertas se transformem rapidamente em terapias que beneficiam diretamente os pacientes.

A colaboração entre médicos e pesquisadores é essencial nesse processo. Enquanto os médicos estão em contato direto com as necessidades e desafios dos pacientes, os cientistas utilizam essas informações para desenvolver novas terapias com base em evidências. Essa integração garante que o conhecimento gerado no laboratório se converta em soluções práticas e relevantes para o tratamento.

Os médicos, como principais intermediários entre a ciência e os pacientes, identificam lacunas nos tratamentos atuais e sugerem novas abordagens. Esses profissionais são capazes de identificar padrões e lacunas no tratamento atual, ajudando os pesquisadores a definir prioridades para as investigações. Ao orientar os cientistas sobre as questões mais prementes e as limitações das terapias existentes, a colaboração entre clínicos e pesquisadores garante que o foco das pesquisas esteja sempre alinhado às necessidades dos pacientes.

Inovação e agilidade na criação de novas terapias

Essa parceria entre médicos e pesquisadores cria um ciclo de inovação contínuo. As descobertas feitas no laboratório são rapidamente testadas em ensaios clínicos, e os resultados obtidos nesses testes ajudam a refinar novas soluções. Esse processo acelera o desenvolvimento de tratamentos inovadores e garante que sejam aplicados com segurança e eficiência. Essa dinâmica não apenas encurta o tempo necessário para que novas terapias cheguem aos pacientes, mas também contribui para personalizar os tratamentos, aumentando suas chances de sucesso.

Em última análise, a pesquisa translacional é fundamental para garantir que os pacientes tenham acesso a tratamentos personalizados e eficazes. A colaboração entre médicos e cientistas permite que o conhecimento científico seja rapidamente aplicado para atender às necessidades específicas dos pacientes, contribuindo diretamente para a melhoria da qualidade de vida e os resultados clínicos. 

A pesquisa translacional em uma instituição dedicada ao câncer é plenamente eficaz quando há uma parceria sólida entre as equipes médicas e de pesquisa. Juntas, essas equipes têm o poder de transformar a ciência em soluções concretas, impactando diretamente a vida de milhares de pessoas. Com a colaboração contínua, é possível acelerar a descoberta de novos tratamentos e garantem que cada avanço científico se transforme em uma esperança concreta para milhares de vidas.

Referências:

  1. Wehling, M. (2008). Translational medicine: science or wishful thinking? Journal of Translational Medicine, 6(31).
  2. Marincola, F. M. (2003). Translational Medicine: A two-way road. Journal of Translational Medicine, 1(1), 1-2.
  3. National Cancer Institute (NCI). Translational Cancer Research: Making New Treatments Possible. Disponível em: www.cancer.gov.

Texto: Pâmela Agresti –  Pesquisadora do NEPI Mário Penna 

9out2024
Autor Sofia Gontijo Categorias Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP), Tratamento Oncológico

Câncer de mama triplo negativo: desafios para tratamentos mais personalizados e o papel da imunoterapia

O câncer de mama triplo negativo (CMTN) é um dos subtipos mais desafiadores e agressivos da oncologia. A denominação “triplo negativo” se refere à ausência de três importantes alvos terapêuticos: os receptores hormonais de estrógeno e progesterona, além da proteína HER2. Essa característica limita as opções de tratamento, já que as terapias direcionadas a esses marcadores não são aplicáveis. Além disso, o CMTN pode apresentar perfis genéticos variados, o que torna uma abordagem padronizada muitas vezes ineficaz para todos os pacientes.

Carolina Melo – Pesquisadora

Em busca de estratégias terapêuticas mais eficazes e que ofereçam um melhor prognóstico para as pacientes, o Laboratório de Pesquisa Básica e Translacional do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação (NEPI) do Instituto Mário Penna está conduzindo um estudo para identificar mutações específicas e alterações genéticas desse tipo de tumor, utilizando a tecnologia de sequenciamento de nova geração (NGS).

Segundo a Dra. Carolina Melo, pesquisadora do Laboratório, essa abordagem é fundamental para o desenvolvimento de terapias personalizadas. “Estudos recentes mostraram que tumores triplo negativos frequentemente apresentam uma alta carga mutacional, ou seja, um grande número de mutações, tornando-os candidatos ideais para imunoterapias, como os inibidores de checkpoint, que ativam o sistema imunológico”, destaca a Dra. Carolina. Ela explica ainda que, graças aos avanços na caracterização molecular desse subtipo nos últimos anos, o Brasil tem incorporado novas opções terapêuticas, como o uso de inibidores de PARP para pacientes com mutações nos genes BRCA1 e BRCA2.

A pesquisadora ressalta que um dos objetivos do trabalho do NEPI é tornar esses testes genéticos mais acessíveis, eliminando a desigualdade no tratamento causada por barreiras financeiras, uma vez que o acesso a essas terapias ainda é desigual, especialmente em áreas menos favorecidas do país. Ela também chama a atenção para a necessidade de capacitação dos profissionais de saúde, pois a dificuldade na interpretação dos resultados desses testes dificulta seu uso na clínica. “Somente com a integração de abordagens multidisciplinares e a pesquisa contínua conseguiremos otimizar o tratamento e melhorar o prognóstico das mulheres diagnosticadas com câncer de mama triplo negativo no país”, finaliza a pesquisadora.

29ago2024
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP), Tratamento Oncológico

Estudo para Câncer de Próstata: como funciona e como participar

A Pesquisa Clínica do Instituto Mário Penna está recrutando pacientes para dois estudos clínicos focados no tratamento do câncer de próstata. Esses estudos, conduzidos no Hospital Luxemburgo, estão sob a supervisão do oncologista Dr. Ellias Lima. 

O primeiro estudo, denominado Omaha 003, destina-se a homens diagnosticados com câncer de próstata que apresentaram progressão da doença após uma linha de quimioterapia e uma linha de novo agente hormonal (NHA). O segundo estudo, Omaha 004, é voltado para homens com câncer de próstata que apresentaram piora após o tratamento com uma linha de novo agente hormonal (NHA).

Embora o tratamento oferecido seja idêntico para ambos os estudos, a diferença está no tratamento prévio que o paciente recebeu, o que definirá sua elegibilidade para um dos dois protocolos de pesquisa.

Tratamento após a randomização

Para participar, todos os pacientes interessados devem inicialmente assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Após esclarecerem todas as suas dúvidas e concordarem voluntariamente em participar, os pacientes passarão pela verificação dos critérios de inclusão e exclusão. Nesta etapa, serão realizados exames laboratoriais, de imagem e consultas médicas para garantir a segurança dos participantes.

Se o candidato for considerado apto a participar do estudo, será realizada uma randomização (sorteio) para determinar qual dos tratamentos será administrado. A partir desse momento, o participante receberá a medicação, bem como terá acesso a consultas e exames, todos custeados e monitorados pela equipe de pesquisa clínica.

Quais são as vantagens de participar de um estudo clínico?

Para pacientes que recebem tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a participação em pesquisas clínicas oferece a oportunidade de acessar novas terapias que ainda não estão disponíveis no sistema público.

Para o Instituto Mário Penna, essa participação significa estar no pioneirismo de terapias inovadoras, contando com uma equipe de profissionais de saúde altamente capacitados, sempre atualizados com as mais recentes descobertas e práticas científicas.

Caso tenha interesse ou dúvidas, converse com a equipe de Pesquisa Clínica do Instituto Mário Penna ou com seu médico.

Saiba mais em:

  • Pesquisa Clínica: 3299-9543
  • Omaha 003 – MK5684-003: https://clinicaltrials.gov/study/NCT06136624
  • Omaha 004 – MK5684-004: https://clinicaltrials.gov/study/NCT06136650
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