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Notícias de: Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP)

27mar2024
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Novo Hospital Luxemburgo, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP), Tratamento Oncológico

Mário Penna, em parceria com outras instituições de pesquisa, desenvolve novas tecnologias para diagnóstico e tratamento do câncer colorretal

Os cânceres colorretais são tumores malignos que acometem o intestino grosso, principalmente nas regiões chamadas de colo, reto e ânus. É um dos mais comuns, ocupando o terceiro lugar em incidência e o segundo em mortalidade entre todos os cânceres no Brasil. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), apenas em Minas Gerais, em 2023, surgiram 4.630 novos diagnósticos da doença.

A grande maioria dos casos de câncer colorretal está relacionada a fatores ambientais e comportamentais, especialmente dietas pobres em nutrientes e em fibras. Obesidade, sedentarismo, fumo e consumo de álcool também influenciam nas bactérias comensais intestinais, na presença de patógenos e na enterite crônica, enquanto poucos casos são exclusivamente hereditários.

Estudos científicos têm mostrado que substituir ou alterar especificamente a microbiota intestinal influencia a incidência e progressão do câncer colorretal. Por isso, é tão importante estabelecer hábitos alimentares e estilos de vida saudáveis, uma vez que eles impactam diretamente na microbiota intestinal e, portanto, no sistema imunológico.

Dra. Pâmela Agresti

Segundo a Dra Pâmela Mancha Agresti, Doutora em Genética de Microrganismos, “essa competição entre as bactérias benéficas e as patogênicas pelos locais de ligação epiteliais do cólon reequilibra a microbiota intestinal, restaura a expressão da proteína da junção estreita das células do cólon e regula os fatores inflamatórios” , afirma. Ela ainda ressalta que os Lactobacillus são componentes importantes da microbiota intestinal e geralmente são usados como probióticos. Assim, a suplementação prévia com eles reduziu a incidência de tumores de cólon. Em breve, o Núcleo de Pesquisa da instituição, em parceria com a Professora Dra Mariana Drumond, do CEFET – MG, irá desenvolver uma linha de estudo da associação de probióticos e câncer colorretal.

Novas parcerias e pesquisas para diagnóstico do câncer colorretal

O Instituto Mário Penna, em parceria com o grupo de pesquisa da Startup OncoTag, o programa de mestrado da Faculdade Ciências Médicas e a Fundação Hospitalar São Francisco de Assis estão desenvolvendo pesquisas para superar outro desafio no cuidado dos pacientes com câncer colorretal: a avaliação do prognóstico.

Embora alguns aspectos da biologia molecular da doença sejam conhecidos, até o momento, não há marcador molecular de diagnóstico para triagem e predição do câncer colorretal. Atualmente, a pesquisa por sangue oculto nas fezes e colonoscopia são os únicos métodos disponíveis para o diagnóstico precoce do tumor.

Estudos recentes vêm demonstrando que as características dessa neoplasia estão relacionadas à localização topográfica desse tipo de câncer: pacientes com câncer de cólon direito são pessoas mais velhas, principalmente do sexo feminino, e com lesões mais avançadas no diagnóstico. Em contrapartida, os cânceres do cólon esquerdo são mais uniformes e exibem alterações cromossômicas mais relevantes. Apenas 2% dos tumores

malignos no cólon esquerdo apresentam instabilidade genômica e a maioria dos pacientes afetados com câncer colorretal no cólon esquerdo tem melhor resposta ao tratamento, menor risco de eventos metastáticos e maiores chances de sobrevida.

Dra. Letícia Braga, coordenadora do Laboratório de Pesquisa Translacional em Oncologia e líder da pesquisa, reforça o objetivo das pesquisas. “Queremos descobrir um perfil de mutações gênicas que possa ser associado aos tumores de acordo com localização topográfica (direita ou esquerda) do câncer e definir alvos moleculares candidatos à avaliação do desfecho clínico desta doença” , afirma.

Dra. Letícia Braga

A colaboração científica é uma ferramenta produtiva na pesquisa translacional. Assim tem sido o trabalho desenvolvido pelo Mário Penna, junto ao Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN). No câncer colorretal, a dosagem do marcador tumoral denominado antígeno carcinoembrionário (CEA) é considerada o padrão-ouro para monitorar pacientes com tumor colorretal após cirurgias ou para medir a resposta à terapia ou mesmo se a doença é recorrente. Atualmente, a dosagem laboratorial de CEA é realizada pelo ensaio imunoenzimático ELISA, usando amostras de sangue do paciente. No entanto, esse método não possui sensibilidade para detectar níveis mais baixos de CEA encontrados em pacientes nos estágios iniciais do câncer.

Neste contexto, o grupo de pesquisa do Laboratório de Química de Nanoestruturas de Carbono do CDTN, liderado pela Dra. Clascidia Furtado, junto aos pesquisadores e médicos do Mário Penna, estão trabalhando na validação da capacidade diagnóstica de biossensores baseados em grafeno e óxido de grafeno. Como diferencial, esses biossensores buscam detectar o CEA em amostras de sangue e urina, através de um método sensível, minimamente invasivo. A pesquisa pretende obter uma ferramenta promissora para o diagnóstico precoce da doença e acompanhamento do seu prognóstico.

Ainda segundo a Dra Clascidia, os biossensores construídos no CDTN já vêm sendo avaliados em laboratório, com bons resultados. “Os níveis de CEA serão dosados em amostras de pacientes com câncer colorretal e comparados aos de pacientes saudáveis. Esse novo método diagnóstico, menos invasivo e de relativo baixo custo, obtido a partir de insumos totalmente nacionais, poderá ser usado em exames de rotina e rastreio, auxiliando, junto à colonoscopia, na detecção precoce da doença.” finaliza

13mar2024
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Hospital Luxemburgo, Instituto Mário Penna, Março Lilás, Notícias Gerais, Novo Hospital Luxemburgo, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP), Tratamento Oncológico

Pesquisa Translacional do Mário Penna busca tratamento mais personalizado para câncer do colo do útero

O câncer do colo do útero, ou câncer cervical, é a quarta neoplasia mais frequente em mulheres. Quando não detectado precocemente, este tipo de câncer apresenta alta mortalidade. Por este motivo, os biomarcadores, que são indicadores que podem ser medidos experimentalmente e indicam a ocorrência de uma determinada função normal ou patológica de um organismo, surgem como ferramentas promissoras para o diagnóstico, prognóstico e monitoramento da doença.

Diversos grupos de pesquisa ao redor do mundo dedicam-se a este tipo de estudo, que vem sendo fundamental para o desenvolvimento de estratégias de prevenção e tratamentos mais eficazes. O Laboratório de Pesquisa Básica e Translacional do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação do Mário Penna é um deles. A unidade está finalizando alguns estudos que identificaram potenciais candidatos a biomarcadores de prognóstico para pacientes com câncer cervical.

Segundo a Dra. Carolina Melo, pesquisadora da Unidade, um dos estudos se concentrou em identificar genes que estavam mais ou menos expressos em pacientes com câncer cervical de estadiamento FIGO II no momento do diagnóstico. O objetivo era diferenciar pacientes que apresentaram o retorno da doença alguns meses após o término do tratamento daquelas de mesmo estadiamento que não recidivaram.

O estadiamento do câncer cervical, conforme definido pela Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO), é fundamental para determinar a extensão da doença e orientar o planejamento do tratamento. Segundo a pesquisadora, o estadiamento FIGO II apresenta desafios significativos no manejo clínico devido à sua complexidade e ao potencial de metástase, por ser caracterizado pela invasão do tumor para além do colo do útero, mas de maneira ainda restrita.

Dra. Carolina Melo – Pesquisadora do Mário Penna

“Caso esses genes candidatos a biomarcadores que identificamos sejam validados e confirmados, eles poderão ser utilizados na clínica para auxiliar o médico a identificar quais pacientes, a princípio com o mesmo estadiamento, FIGO II, precisam ser monitorados de maneira especial, ou até mesmo receber um tratamento mais radical, para minimizar os impactos ou evitar uma recidiva precoce. ” – explica a pesquisadora.

Dra. Carolina ressalta que ainda há desafios para a implementação clínica de biomarcadores no câncer do colo do útero. “Os estudos multicêntricos com um grande número de pacientes e a padronização das técnicas de dosagem, são alguns desses obstáculos. Mas, sem dúvidas, estamos no caminho para chegar à medicina personalizada no tratamento dessa doença” – finaliza

1mar2024
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, General News, Hospital Luxemburgo, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Novo Hospital Luxemburgo, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP), Tratamento Oncológico

Diretoria do Mário Penna recebe nova turma de Residentes

Nesta quinta-feira, 29, o Mário Penna deu as boas vindas aos 33 novos residentes. A instituição recebeu os novos médicos em um encontro que reuniu diretoria e representantes de alguns setores. Além de proporcionar um coquetel, o encontro abordou a missão, a visão e os valores do Mário Penna, bem como toda a trajetória que faz a instituição referência no combate ao câncer em Minas Gerais. 

O Programa de Residência Médica do Mário Penna é um dos mais reconhecidos no estado pela excelência. Coordenado pelo Dr. Ellias Lima, Oncologista da instituição, o programa é uma iniciativa do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação e engloba 11 especialidades (Anestesiologia, Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Cirurgia Geral, Cirurgia Oncológica, Clínica Médica, Hematologia e Hemoterapia, Mastologia, Medicina Intensiva, Oncologia Clínica, Radioterapia e Urologia) e um curso de especialização (Ginecologia Oncológica). Para o ano de 2024 foram ofertadas 41 vagas, sendo 33 já preenchidas.

Durante a recepção,  Dr. Ellias Lima, Coordenador da COREME, também falou sobre o quão importante é para o Mário Penna receber esses novos profissionais. Ele reforçou que essa é uma troca dupla de aprendizados, e que a instituição tanto ensina quanto aprende com os médicos residentes. 

Para o Dr. Iago Fontes Carvalho, residente que está iniciando na Oncologia Clínica, as perspectivas são as melhores. “A expectativa é muito boa. Nosso objetivo é tentar criar o melhor ambiente de trabalho possível, porque serão três anos aqui. Eu escolhi o Mário Penna, porque na minha área é uma instituição que tem muita história e é muito tradicional aqui em Belo Horizonte, com o maior serviço na parte de oncologia. Não teria ambiente melhor para começar esse ciclo” afirmou. 

O encontro possibilitou um momento de interação entre os novos médicos e os profissionais do Mário Penna e permitiu que eles conhecessem um pouco mais dos espaços da instituição. Além disso, os residentes puderam se reunir com os preceptores e alinhar as expectativas de trabalho para o ano. 

28fev2024
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, General News, Hospital Luxemburgo, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Novo Hospital Luxemburgo, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP), Tratamento Oncológico

Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação estuda o papel das citocinas no diagnóstico e prognóstico do câncer de ovário.

As citocinas são pequenas proteínas que, normalmente, são secretadas pelas células e têm efeitos específicos nas interações e na comunicação entre elas. Apesar de terem um papel biológico no organismo, sabe-se que a secreção de múltiplas citocinas nos diferentes tipos e estágios do câncer pode promover um microambiente inflamatório que impulsiona o desenvolvimento, a progressão do câncer, a metástase e resistência ao tratamento.

O diagnóstico precoce e preciso do câncer é um desafio constante na área da oncologia. Nesse sentido, a busca por biomarcadores – ou seja, marcadores biológicos celulares, estruturais ou bioquímicos, que podem definir alterações celulares e moleculares tanto em células normais quanto tumorais – tem aumentado de forma significativa nos últimos anos. Identificar marcadores biológicos que possam indicar a presença, o tipo e o estágio do câncer é essencial para um tratamento eficaz e para a avaliação adequada do prognóstico do paciente.

Nesse contexto, as citocinas emergem como potenciais biomarcadores, oferecendo uma promissora ferramenta para maior compreensão do microambiente tumoral e da progressão do câncer, desde o desenvolvimento inicial até a invasão e metástase. Como as citocinas produzidas pelo tumor atingem a corrente sanguínea e podem ser detectadas no sangue, elas podem ser úteis como biomarcadores em exames laboratoriais que permitem detectar cânceres, prever o desfecho da doença e gerenciar escolhas de tratamentos.

Atualmente, o Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação do Mário Penna, desenvolve uma linha de pesquisa que investiga os níveis sanguíneos destas citocinas no câncer de ovário, considerado o tumor feminino com pior prognóstico e maior letalidade. “Nosso objetivo é desenvolver um método minimamente invasivo que possa ser implementado na prática laboratorial e que, em associação com os exames já disponíveis para o cuidado da paciente, possa contribuir para o manejo clínico mais eficiente de mulheres com esse tumor” comenta Dr. Jorge Goulart, Pesquisador do Laboratório de Pesquisa Translacional do Mário Penna.

Em breve, a análise de citocinas como biomarcadores poderá se tornar uma ferramenta rotineira, que irá revolucionar o diagnóstico e avaliação do prognóstico da paciente com o câncer de ovário e, assim, melhorar substancialmente as perspectivas de tratamento e sobrevida das pacientes com essa doença.

Fonte: Dr. Jorge Goulart Ferreira – Doutor em Biologia Celular e Molecular Pesquisador do Laboratório de Pesquisa Translacional em Oncologia do NEPI.

26fev2024
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Hospital Luxemburgo, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP), Tratamento Oncológico

Mário Penna lidera Rede Mineira de Pesquisa em Oncologia

O Mário Penna avança continuamente no protagonismo da pesquisa científica. Reconhecida pela tradição e referência no tratamento oncológico de Minas Gerais, a instituição, por meio do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação, agora também lidera a Rede Mineira de Pesquisa em Oncologia, em parceria com a Fundação Cristiano Varella, de Muriaé, que assume a vice-liderança do projeto.

Dra. Letícia Braga, gerente da Pesquisa Translacional do Mário Penna

A Rede integra 16 Institutos de Ciência e Tecnologia do estado e conta com a participação de 129 pesquisadores. O objetivo principal é consolidar um espaço de colaboração e integração entre pesquisadores, técnicos e alunos que trabalham na área. A proposta visa compartilhar experiências e complementar suas expertises na busca de avanços no diagnóstico e tratamento do câncer.

O projeto é mais uma ferramenta de cooperação técnica para acelerar a tradução de descobertas científicas em produtos. A Rede visa promover conectividade, oportunidades de negócios e crescimento econômico por meio do desenvolvimento de novas tecnologias e inovação em saúde.

Para a Dra. Letícia Braga, gerente da Pesquisa Translacional do Mário Penna, a Rede terá um papel fundamental no atendimento ao Sistema Único de Saúde. “Com as atividades da Rede será possível melhorar o acesso à informação e a recursos, compartilhar infraestrutura, experiências e dados para impulsionar a pesquisa e o desenvolvimento em oncologia no contexto do SUS. Isso, sem dúvidas, vai impactar o cenário da oncologia no estado, tanto na qualidade da pesquisa quanto na assistência “, afirma.

Dr. Sérgio Gomes, coordenador do Dpto. de Pesquisa e Desenvolvimento da Fundação Cristiano Varella

Este é um dos muitos projetos da equipe de Pesquisa Translacional do Mário Penna para o ano de 2024. Ao assumir a coordenação da Rede, a Dra. Letícia Braga assinou o termo de outorga com a FAPEMIG – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais. Tão logo o recurso seja descentralizado os membros da Rede serão convocados para constituir o comitê gestor.

Para o Dr. Sérgio Gomes da Silva, coordenador do Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da Fundação Cristiano Varella, as expectativas para a implementação da Rede são as melhores. “A nossa ideia é reunir vários laboratórios e grupos de pesquisa para estudar problemas comuns do câncer em Minas Gerais. Nós temos uma população com hábitos de vida específicos, que merecem um cuidado particular para os problemas relacionados à oncologia. A gente acredita que muitas descobertas e inovações surgirão desse grupo seleto de pesquisadores, o que vai possibilitar que o nosso estado se sobressaia nessa vanguarda de pesquisa oncológica “, ressalta.

A liderança do Mário Penna frente à Rede consagra o protagonismo da instituição no estado, tanto na assistência ao paciente oncológico quanto no desenvolvimento científico.

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