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Arquivos do Autor: Carolina Farah

4maio2022
Autor Carolina Farah Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP) 2 comentários em Mães na Ciência: um olho na pesquisa e outro na maternidade

Mães na Ciência: um olho na pesquisa e outro na maternidade

Comemorar o Dia das Mães é mais que exaltar o sagrado que gera a vida, é também ressaltar o feminino que acolhe diversos seres. No Instituto Mário Penna todos os dias mulheres acolhem pacientes, seja na assistência, na pesquisa ou na administração. É o caso da Letícia Braga, Gerente de Pesquisa Translacional do Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação (IEPI Mário Penna). Na tríade carreira-família-maternidade, a pesquisadora salienta que se sente orgulhosa por conciliar a missão, não muito fácil, de exercer múltiplas funções. “Ser cientista me empolga, ao passo que ser mãe me completa”.

Para a mãe e pesquisadora, trabalhar no IEPI Mário Penna também é especial por um motivo admirável: dividir as bancadas da pesquisa com a filha, Stephanie Braga. Acadêmica de Medicina, Stephanie faz estágio no laboratório de Anatomia Patológica do Instituto e ressalta que a medicina sempre foi um grande sonho. “No entanto, atuar na área oncológica foi uma decisão inspirada no trabalho da minha mãe, que é uma referência pessoal e profissional”. Letícia contrapõe que, diariamente, aprende e se tornar uma gestora melhor, em contato com a filha.

A pesquisa feita por mãe e filha curiosamente é desenvolvida na área da genética – uma extensão do conhecimento científico que aborda o que é transmitido aos filhos e às próximas gerações. Letícia Braga diz que a genética é mais que uma ferramenta para entender a história familiar e o impacto dela sobre a vida humana. “Com o mapeamento genético é possível compreender o risco de doenças como o câncer e problemas do coração, ou até mesmo entender como cada corpo responde a um tratamento”.

No que tange o campo científico, por muitos anos as mulheres eram impedidas de frequentar as instituições de ensino e desenvolver pesquisas. Uma nova lógica se reencaixa à atualidade. As últimas décadas trazem consideráveis avanços no que se refere à inserção e à participação das mulheres na ciência. O ambiente científico ainda apresenta grandes desafios, desde uma produtividade acadêmica pautada em intensas publicações – uma vez que áreas de pesquisa se alicerçam na realização de experimentos, entrevistas e testes -, até à conciliação com outros desenvolvimentos da vida. No entanto, a sociedade vive um tempo propício para a compreensão de um mundo onde a mulher, mãe ou não, seja contemplada nas avaliações e na divisão do trabalho, representando assim, uma atualidade mais diversa e inclusiva, também no cenário da ciência

De acordo com dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do Governo Federal, as mulheres matriculadas no país representam 57% e são maioria no ensino superior. Elas também são detentoras da maior quantidade de bolsas de estudo do Brasil, produzindo 72% das pesquisas, de acordo com apontamentos da Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação. Ou seja, na carreira acadêmica-científica há um relevante recorte de produção que é desenvolvido por mulheres – muitas dessas, mães.

Na profissionalização e expectativa do sucesso na carreira, as mulheres trilham caminhos que dialogam com a manutenção e responsabilidade em relação aos filhos. Hoje em dia, as mulheres conciliam o exercício socialmente complexo do cuidado – dentro de seus próprios lares ou fora deles, auxiliando demais famílias – com a liderança profissional. Nos mais diversos cargos, sejam políticos ou em profissões como a medicina, a engenheira, o ramo empresarial ou como profissionais autônomas, as mulheres passam a ocupar espaços de destaque na sociedade. Letícia Braga conclui que com dedicação, compromisso, ética e paixão pelo fazer laboral, as mães são capazes de superar desafios e entregar à sociedade verdadeiros propósitos transformadores.

O Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação também assume uma transformação no cenário científico, pelo interessante fato de que a nova unidade possui um grupo majoritariamente feminino de pesquisadoras, bem como nas demais funções, o que representa mais oportunidades às mães cientistas do Brasil. Os espaços são geridos por mulheres, tanto na pesquisa clínica, onde é possível prevenir, detectar, controlar e tratar doenças com a descoberta de detalhes fundamentais da biologia dos tumores, quanto na pesquisa translacional, que possibilita a geração de produtos inovadores e que impactam positivamente a qualidade de vida dos pacientes oncológicos.

Foi por meio da unidade, na área de Pesquisa Clínica, entre os anos de 2017 e 2020, que Doralina Barbosa de Figueiredo, 87 anos, fez o tratamento de imunoterapia e obteve êxito (resposta completa ao protocolo de pesquisa). A mãe de seis filhos – entre eles uma médica que acreditou na terapêutica desde o início – celebra e agradece por poder comemorar mais um “segundo domingo de maio” com a família. Dona Doralina é uma dessas mães que representam milhares de outras, pela força e sorriso no rosto. Bisavó de três crianças e avó de mais 12, hoje em dia a paciente faz apenas o controle pós-tratamento no Instituto Mário Penna. “Às mães que tiverem a mesma doença que a minha, não desanimem. Façam o tratamento com fé, amor e dedicação que dará certo. Eu fui tratada com um ótimo atendimento, tenho só a agradecer por estar curada e bem”.

Neste Dia das Mães o Instituto Mário Penna deseja uma feliz vida à todas essas mulheres que cuidam. Milhares de: Letícias, Sthephanies e Doralinas! Mulheres que auxiliam umas às outras a vencerem, seja na vida profissional ou até mesmo uma doença, como especificamente o Câncer. Nosso mais sincero agradecimento a todas as mães que fazem do cuidado humanizado, pelos corredores do “maior de Minas no combate ao câncer”, uma missão a ser percorrida e honrada.

29abr2022
Autor Carolina Farah Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP)

Instituto Mário Penna lança hub de desenvolvimento técnico e científico para o tratamento do câncer

Na última quarta-feira, 27 de abril, o Instituto Mário Penna lançou um inovador projeto de ensino e pesquisa para o tratamento oncológico. O mais novo Instituto Mário Pena – Ensino, Pesquisa e Inovação (IEPI Mário Penna) visa transformar a assistência em saúde e fomentar a inovação diagnóstica do câncer no país.

O projeto posiciona Minas Gerais como polo nacional de desenvolvimento científico e contribui para a construção do conhecimento especializado em oncologia. Marco Antônio Viana Leite, Presidente do Instituto Mário Penna, ressalta que o IEPI Mário Penna foi criado para ser um projeto estratégico que vai trazer para BH uma nova proposta de trabalho. “É preciso trazer novas parcerias técnicas e científicas. A ideia é se tornar um grande centro de referência em pesquisa clínica, translacional e, também, de educação”.

O núcleo tecnológico conta com o apoio de grandes instituições e indústrias ligadas à área da saúde, que viabilizam um conjunto de atividades e iniciativas pautadas na qualificação multidisciplinar dos profissionais. No evento, as empresas BiotechTown, a Fundação Educacional Lucas Machado (FELUMA) e a Organização Nacional de Centros de Oncologia e Hematologia (ONCOH), assinaram a parceria com o projeto. O IEPI Mário Penna promove ainda ações intersetoriais do corpo clínico, composto por médicos, pesquisadores mestres e doutores, biotecnologistas, biomédicos, farmacêuticos, engenheiros químicos, biólogos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, além de residentes médicos e estagiários dessas diversas áreas.

No que tange ao ensino, inova com um modelo de ecossistema em saúde implementado na instituição, por meio de uma exclusiva plataforma de educação que oferta cursos, seminários e palestras aos alunos e ao público externo. Na pesquisa clínica, os médicos dirigem estudos de alta complexidade nas áreas de oncologia, hematologia e terapia intensiva com a Covid-19. Já na pesquisa translacional, usando tecnologias inovadoras, os mais de 15 profissionais desenvolvem estudos que impactam a jornada do paciente oncológico – desde a prevenção ao tratamento, visando a aplicabilidade e transferência dos conhecimentos do laboratório para os pacientes.

Márcio Sanches, médico e Diretor Geral do núcleo tecnológico, ressalta que o ensino é o que dá a base para que a qualificação aconteça e para que a mudança de cultura em favor de um novo ecossistema em saúde possa ser uma realidade. Já a pesquisa qualificada faz com que o Instituto Mário Penna possa integrar, ainda mais, as áreas básicas e assistenciais. “Essas áreas são grandes balizadores de uma melhor qualidade assistencial. Com o IEPI Mário Penna, os profissionais da área da saúde oncológica poderão aprimorar o conhecimento e gerar tantos outros novos saberes técnicos e científicos”.

O intuito deste novo passo é compreender e melhor caracterizar os mecanismos de evolução do tumor cancerígeno, assim como desenvolver novas estratégias de detecção e controle da doença. Referência Nacional em oncologia, o Instituto Mário Penna se projeta para o protagonismo. Trata-se da mais alta tecnologia aplicada, transformando a assistência em saúde, um passo importante para futuros diagnósticos de diversos cânceres.

20abr2022
Autor Carolina Farah Categorias Diretoria, Notícias Gerais

Diretor-Presidente do Mário Penna vai à Brasília apresentar modelo Fast Track para agilizar atendimento, diagnóstico e tratamento dos pacientes

Nessa quarta-feira, dia 19 de abril, o presidente do Instituto Mário Penna Marco Antônio Viana Leite esteve em Brasília em encontro com o senador Alexandre Silveira, onde apresentou o Projeto Fast Track da instituição. Na ocasião, o parlamentar mostrou interesse em ajudar o projeto que vai beneficiar pacientes de mais de 600 municípios mineiros.

O modelo Fast Track (rastreamento rápido) é idealizado para proporcionar a redução no tempo entre a suspeita do câncer, o diagnóstico e o início do tratamento, favorecendo a efetividade e possível cura.

Trata-se de uma abordagem que irá facilitar a rotina hospitalar, principalmente quanto ao manejo da capacidade de reduzir o tempo de permanência dos pacientes na emergência. É um método derivado de protocolos de triagem e de acolhimento com classificação de risco em emergências, como o protocolo de Manchester.

Basicamente, consiste em uma ferramenta de fluxo rápido de triagem/ acolhimento e atendimento nas unidades de saúde. A sua aplicação consiste em: mais eficiência e agilidade; rapidez nas tomadas de decisão; maior integração das equipes e medidas de monitoração.

Serão implantadas nas unidades do Instituto Mário Penna técnicas dessa metodologia da seguinte forma: flexibilização de soluções rápidas e eficazes para o diagnóstico oncológico, em seguida tratamento mais assertivo e precoce.

“Para a concretização do modelo Fast Track na instituição será necessário ampliar e aprimorar a infraestrutura interna do Hospital Luxemburgo. Com isso, precisamos de verba para realizar obras que irão propiciar acessibilidade segura e rápida aos pacientes, acompanhantes e colaboradores; garantir a aquisição de novos equipamentos para dar agilidade nos diagnósticos; além da aquisição de medicamentos e insumos modernos e eficazes, garantindo o tratamento oncológico eficiente e curativo, proporcionando, assim, manutenção de uma assistência de qualidade aos pacientes. Estamos em busca de parcerias para que possamos colocar tudo isso em prática o quanto antes”; explica Marco Antônio Viana Leite.

Entenda o Fast Track:

OBJETIVO GERAL: Proporcionar a redução no tempo entre a suspeita do câncer, o diagnóstico e o início do tratamento, favorecendo a efetividade e possível cura.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Obras para ampliação e estruturação do Hospital Luxemburgo; 2. Expansão e estruturação da sede administrativa; 3. Instalação de 02 (dois) elevadores; 4. Aumento da oferta de atendimentos para o diagnóstico e tratamento oncológico; 5. Realizar ações para o fortalecimento basilar da instituição; 6. Modernização e ambientação das estruturas operacionais do Hospital Luxemburgo.

META: Implantação do modelo Fast Track para ampliar a capacidade técnica e operacional do Hospital Luxemburgo, proporcionando redução no tempo entre a suspeita do câncer e o início do tratamento, favorecendo a efetividade e possível cura.

11abr2022
Autor Carolina Farah Categorias Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

Hospitais filantrópicos reivindicam financiamento do poder público para custear impactos do PL da Enfermagem

R$ 6,3 bilhões por ano. Esse será o impacto previsto para os hospitais filantrópicos que prestam serviços para o Sistema Único de Saúde (SUS) no país, caso o Projeto de Lei 2564/20, conhecido como o PL da Enfermagem, seja aprovado. O texto, que institui o piso salarial para enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e parteiras, foi proposto pelo Senado Federal e segue em análise na Câmara dos Deputados. E foi justamente pensando em debater os impactos financeiros da aprovação do justo projeto que hospitais filantrópicos de Belo Horizonte, entidades representativas do setor e sindicatos de classe se reuniram, no último dia 07/04, em um encontro realizado na Santa Casa BH.

Na ocasião, os hospitais reforçaram o apoio ao PL, mas declararam a urgência no financiamento por parte do poder público para cobrir os custos da sua aprovação. Caso isso não aconteça, as instituições correm o risco de fechar as portas.

Roberto Otto Augusto de Lima, provedor da Santa Casa BH faz uma previsão. “Somente aqui no hospital, contamos com 2.602 enfermeiros e técnicos de enfermagem. Fizemos um estudo do impacto na folha de pagamento e a projeção apontou um aumento anual de R$ 105 milhões somente no primeiro ano de vigência da Lei. É um custo que não temos condições de arcar sem que os repasses do Ministério da Saúde sejam revistos”, pontuou.

Durante o encontro, os representantes dos demais hospitais presentes fizeram contribuições no debate e concordaram que é necessário aprovar o PL, mas também os recursos para o seu pagamento, já que a realidade de boa parte das instituições já é de endividamento. Há o risco, inclusive, de várias cidades deixarem de receber assistência, surgindo cenários de colapso piores que o da pandemia de COVID-19.

Crédito: Samuel Ramos / GSCBH

Entidades apoiam a causa A presidente da Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos de Minas Gerais (Federassantas), Kátia Rocha, reforçou a importância do poder público apoiar as instituições neste momento. “O PL da Enfermagem é um pleito de todos nós, abraçamos essa causa, todavia é preciso que tenhamos um correto financiamento para que os direitos dos trabalhadores sejam efetivamente aplicados. Nossos hospitais filantrópicos não visam lucro ou o benefício de grupos específicos. Ao longo das últimas três décadas, temos buscado uma remuneração justa pelos nossos serviços e é chegado esse momento. Precisamos nos manter de pé, abertos, para atender os nossos cidadãos”, reforçou.

Entre as entidades de classe presentes, o vice-presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Belo Horizonte, Vespasiano, Nova Lima e Sabará (Sindeess) e representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Saúde (CNTS), Joaquim Gomes, ressaltou que a aprovação do PL deve ser uma conquista de todos. “Com esse projeto, ganha todo mundo: profissionais, pacientes, hospitais e toda a sociedade”, complementou.

Ao final do encontro, todos os representantes assinaram uma carta aberta, reivindicando a revisão da destinação de recursos pelo poder público. O documento é destinado às autoridades dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário do Brasil, ao ministro de estado da Saúde e às demais autoridades estaduais e municipais vinculadas ao SUS.

 

Assinaram o documento as seguintes entidades:

● Grupo Santa Casa BH – GSCBH
● Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde
de Belo Horizonte, Vespasiano, Nova Lima e Sabará – Sindeess
● Associação dos Hospitais de Minas Gerais – AHMG
● Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos de Minas Gerais
– Federassantas
● Hospital Universitário Ciências Médicas de Minas Gerais – HUCM
● Casa de Caridade Santa Tereza – Santa Casa do Serro
● Hospital Risoleta Tolentino Neves
● Instituto Mário Penna
● Sindicato dos Enfermeiros do Estado de Minas Gerais – SEEMG
● Fundação Hospitalar São Francisco de Assis
● Fundação Educacional Lucas Machado – FELUMA
● Hospital Sofia Feldman
● Hospital da Baleia
● Serviço Social Autônomo – SSA Contagem

 

Fonte: Santa Casa BH

4abr2022
Autor Carolina Farah Categorias Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP) 1 comentário em Instituto Mário Penna de Ensino, Pesquisa e Inovação lança Plano de Ensino 2022 com presença da comunidade científica

Instituto Mário Penna de Ensino, Pesquisa e Inovação lança Plano de Ensino 2022 com presença da comunidade científica

O Instituto Mário Penna de Ensino, Pesquisa e Inovação (IEPI) contribui para a construção do conhecimento especializado na área da saúde oncológica em Minas Gerais. Na noite da última quinta-feira, 31 de março, representando o Instituto Mário Penna, o IEPI apresentou à comunidade científica o seu Plano de Ensino de 2022. A solenidade contou com a presença dos diretores do Mário Penna, coordenadores da residência médica e do Comitê de Ética em Pesquisa, dos parceiros da indústria, e com a equipe médica da produção acadêmica.

O evento promoveu a integração do corpo clínico multidisciplinar, composto por pesquisadores mestres e doutores, residentes e estagiários, a fim de fomentar a divulgação da produção científica. Para o Diretor Geral do IEPI, Márcio Sanches, o lançamento do Plano de Ensino 2022 é o início de um grande projeto. “O Instituto Mário Penna é uma instituição renomada, com mais de 50 anos de história e de relevante protagonismo em Minas Gerais que, com essa nova proposta, também terá destaque nas atividades de ensino e pesquisa em oncologia”.

A proposta da educação continuada do Instituto é promover a interface das áreas básicas e assistenciais. O projeto visa estimular a discussão e aprimorar o conhecimento acadêmico no país, bem como os seus impactos a respeito da assistência em saúde. Para Dr. Ellias Lima, médico oncologista e Coordenador da Comissão de Residência Médica – COREME, o investimento em ensino é uma aposta no progresso. “É por meio da tecnologia que a educação permanente irá contribuir para a melhoria do corpo clínico (que já funciona em excelência), levando a instituição a se tornar um expoente na área da educação oncologia no Brasil”.

O público presente ainda pôde conferir o lançamento do seminário “Café com Ciência”, em que os palestrantes convidados discutiram o tema “O Impacto da Pesquisa e da Informação na Prática Assistencial”.

Além do seminário apresentado na noite de lançamento, ao longo dos meses a comunidade acadêmica poderá participar de outros dois projetos: “Tumor Board” e o “Seminário Diálogos”. O ano de 2022 será de grande mudança de paradigmas dentro da Instituição, no que diz respeito às reuniões científicas e ao ensino.

 

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