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Hóspedes da Casa de Apoio Beatriz Ferraz desfrutam de um “Natal Encantado”, proporcionado pela startup LinCare

Teve amor, solidariedade, comida farta e conversa boa: assim foi a tarde do dia 27 de dezembro, para os hóspedes da Casa de Apoio Beatriz Ferraz. Eles receberam funcionários da startup LinCare – Tecnologia para o bem-estar, que desenvolve ferramentas tecnológicas para monitorar a saúde de idosos. A ação de final de ano, intitulada “Natal Encantado”, consistiu na mobilização e arrecadação de itens de necessidade básica para a Casa de Apoio e proporcionar um momento de confraternização e entretenimento.

A empresa doou fraldas, cadeira de rodas e de banho, além de itens alimentícios e de higiene, arrecadados por meio de uma lista virtual colaborativa. Os hóspedes ainda participaram de momentos de confraternização, com um divertido Bingo solidário, além de uma deliciosa ceia preparada pelo chef de Cozinha, Gabriel Rezende. Segundo a CEO da LinCare, Ana Cláudia da Mata, todo ano a startup escolhe uma instituição para promover essa ação e, neste ano, a Casa de Apoio Beatriz Ferraz foi selecionada por ter em comum a mesma forma de pensar, refletir e respirar questões acerca do ato de doar e contribuir efetivamente com a transformação para o melhor da sociedade e, principalmente, das pessoas.  “A gente faz um trabalho de educação para que as pessoas conheçam a instituição e doem mais de uma vez. Esperamos promover com essa ação a esperança para um 2018 e um momento de relaxamento”, disse a CEO.

Resultado final do processo seletivo para o curso de Aprimoramento em Ginecologia Oncológica

O Instituto Mário Penna, através de suas unidades: Hospital Luxemburgo e Hospital Mário Penna, torna público, conforme dispõe a legislação vigente e edital de seleção, o resultado final do processo seletivo para o curso de Aprimoramento em Ginecologia Oncológica:

Resultado final:

1- Saulo Santos Estrela Terra (selecionado) 
2- Fernanda Valério Henriques (selecionada)
3- Gabriel Oliveira Borges Gueba Faria Lopes (excedente)
4- Nathalia de Melo Guimarães (excedente)
5- Mariana Andreata Rocha Pontello (excedente)

Os candidatos selecionados deverão realizar a matrícula entre os dias 19 e 23/02, das 08h30 às 12h e das 13h às 16h, no Hospital Luxemburgo (CIAM).

Mais detalhes sobre a matrícula devem ser verificados no item 8 do  Edital do processo seletivo.

Saiba mais:

 Gabarito da prova da primeira etapa.

Alerta contra a Febre Amarela

Com mais de 700 casos confirmados de febre amarela silvestre no Brasil – entre julho de 2016 e junho de 2017 –, sendo 475 apenas em Minas Gerais, o país se coloca sob alerta desde o surto da doença, o qual foi considerado, pelo Ministério da Saúde, o pior do país desde a década de 1980.

No último final de semana, a Organização Panamericana de Saúde (Opas) – braço regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) – alertou, por meio de um informe, a preocupação do crescimento de casos de febre amarela no país, bem como o risco desse surto aumentar. Esse fato destaca ainda mais a importância de pessoas que ainda não foram imunizadas tomarem a vacina, as quais podem ser adquiridas em postos de saúde.

Confira algumas dúvidas frequentes sobre a doença e a vacinação:

• O que é a febre amarela?
É uma doença infecciosa febril aguda, causada por  um vírus transmitido pelos mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes (febre amarela silvestre) e Aedes aegypti (febre amarela urbana).  Pode levar à morte em cerca de uma semana, se não for tratada rapidamente.

• Qual é a diferença entre febre amarela silvestre e urbana?
Na febre amarela silvestre, os mosquitos transmitem o vírus e os macacos são os principais hospedeiros; nessa situação, os casos humanos ocorrem quando uma pessoa não vacinada adentra uma área silvestre e é picada por mosquito contaminado. Já na febre amarela urbana, o vírus é transmitido pelos mosquitos ao homem, mas esta não é registrada no Brasil desde 1942.

• A febre amarela é contagiosa?
A doença não é contagiosa, ou seja, não é transmitida de pessoa para pessoa, somente pela picada de mosquitos infectados com o vírus.

• Quais os sintomas da febre amarela?
Os sintomas incluem febre de início súbito, calafrios, dor de cabeça, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza. Em casos graves, a pessoa pode desenvolver febre alta, icterícia (coloração amarelada da pele e do branco dos olhos), hemorragia e, eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos. Cerca de 20-50% das pessoas que desenvolvem doença grave podem morrer.

 Como a febre amarela é tratada?
Não há nenhum tratamento específico contra a doença. O médico deve tratar os sintomas, como as dores no corpo e cabeça, com analgésicos e antitérmicos. Assim como em casos de Dengue, medicamentos com ácido salicílico (AAS e Aspirina) devem ser evitados, já que seu uso pode favorecer o aparecimento de manifestações hemorrágicas. O médico deve estar alerta para quaisquer indicações de um agravamento do quadro clínico. Importante: Somente um médico é capaz de diagnosticar e tratar corretamente a doença.

 Como a doença pode ser evitada?
A única forma de evitar a febre amarela é através da vacinação. A vacina está disponível gratuitamente, durante todo o ano.

• Já me vacinei uma vez, preciso tomar uma dose de reforço?
Desde abril de 2017, o Ministério da Saúde indica dose única da vacina para as áreas com recomendação de vacinação em todo o país, por considerar que a imunidade protetora se desenvolve dentro de 30 dias em cerca de 99% das pessoas vacinadas, não sendo mais recomendada a dose de reforço.

• A dose fracionada da vacina é eficaz?
A dose fracionada da vacina – uma dose menor do que a padrão, dividida para ampliar a imunização – tem a mesma eficácia da dose completa, se diferenciando apenas pelo tempo de proteção.

• Quais são as contraindicações para a vacina da febre amarela?
A vacina é contraindicada para crianças menores de nove meses, idosos acima dos 60 anos, gestantes, mulheres que amamentam crianças de até seis meses, pacientes em tratamento de câncer e pessoas imunodeprimidas. Em situações de emergência epidemiológica, vigência de surtos, epidemias ou viagem para área de risco, o médico deverá avaliar o benefício e o risco da vacinação para estes grupos, levando em conta o risco de eventos adversos.

• Pacientes em tratamento com quimioterapia e/ou radioterapia podem se vacinar?
Não. Uma vez que um dos efeitos colaterais da quimioterapia é a queda da imunidade, o organismo perde a sua capacidade total de produzir anticorpos em tempo hábil contra o vírus atenuado na vacina. Após 3 ou 6 meses de tratamento com quimioterapia – dependendo do tipo de medicamento – é possível se vacinar, já que a imunidade volta ao normal. O Ministério da Saúde também não recomenda a vacinação em pacientes com radioterapia em curso, entretanto, os riscos X benefícios da vacinação deverão ser avaliados pelo médico.

• Quais as medidas de proteção para pessoas com contraindicação de vacinação contra febre amarela?
– Aplicar repelente de insetos em toda a área de pele exposta, respeitando os intervalos orientados pelos fabricantes e após contato com a água;
–  Proteger a maior extensão possível de pele através do uso de calça comprida, blusas de mangas compridas e sem decotes, meias e sapatos fechados;
–  Passar o maior tempo possível em ambientes com portas e janelas protegidos por telas mosquiteiras;
–  Dormir sob mosquiteiros corretamente arrumados para não permitir a entrada de mosquitos (abas de abertura sobrepostas e barras inferiores embaixo do colchão);
–   Usar repelentes ambientais (sprays, pastilhas e líquidos em equipamentos elétricos) no quarto de dormir.

Fonte: Ministério da Saúde

Janeiro Verde destaca a importância da prevenção ao câncer de colo do útero

Neste mês, a cor ganha destaque para alertar a população sobre o terceiro câncer mais comum entre as mulheres, com 530 mil casos novos por ano no mundo.

O avanço no diagnóstico precoce não retirou o câncer de colo do útero da terceira posição entre os mais incidentes na população feminina, atrás somente do câncer de mama e do colorretal, além de ser a quarta causa de morte de mulheres por tumores no Brasil. Dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) indicam que, na década de 90, 70% dos casos diagnosticados eram de doença invasiva, ou seja, em estágio mais avançado. A estimativa para 2016 era de aproximadamente 16 mil novos casos da doença segundo, o INCA. Atualmente, 44% dos casos são de lesão precursora do câncer.

Para conscientizar a população sobre as formas de prevenir o câncer de colo de útero foi estabelecido o “Janeiro Verde”. Dr.ª Telma Franco, ginecologista do Instituto Mário Penna, explica que como este tipo de neoplasia está associada ao HPV – vírus que pode ser transmitido pelas relações sexuais -, a existência de tantos novos caso se justifica pelo fato de as mulheres estarem iniciando a vida sexual precocemente e com múltiplos parceiros. Existem mais de 150 tipos de HPV, sendo alguns de baixo risco (podem causar verrugas) e outros de alto risco (podem causar câncer). “Quanto maior o número de parceiros, maior a chance de contato com um portador de HPV de alto risco. Eles podem ocasionar uma lesão pré-maligna que, se não for tratada nessa fase pode evoluir para o câncer propriamente dito”, reforça a médica.

Diante deste cenário, a especialista destaca a importância da vacina contra o HPV, entre outras formas de prevenção. “Está disponível na rede pública e deve ser aplicada, preferencialmente, em meninas com idade entre 9 e 11 anos e antes de iniciada a atividade sexual. Dessa maneira, a imunidade produzida pela vacina é melhor. No entanto, se a vacina não foi aplicada nessa idade, a mulher pode ser vacinada em qualquer outra época da sua vida e, se possível, antes dos 25 anos. Outro cuidado importante é “não iniciar a atividade sexual muito precocemente, usar preservativo e evitar multiplicidade de parceiros”, afirma a médica. A vacina deve ser aplicada também nos meninos.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), indicam que a incidência do câncer de colo uterino aumenta nas mulheres entre 30 e 39 anos de idade, e atinge seu pico na quinta ou sexta décadas de vida. Uma vez diagnosticado o tumor, o tratamento pode ocorrer de diversas formas. Nos casos de lesões em estágio muito inicial, é feita uma cirurgia para retirada apenas do colo uterino. Caso a doença esteja mais avançada, deve-se retirar todo o útero ou a paciente deve ser encaminhada para a radioterapia e quimioterapia, se o tumor for maior ou tenha se disseminado para fora do colo uterino, por exemplo.

“Se a paciente apresentou uma lesão que foi produzida por um vírus de baixo risco (que geralmente causa verruga), a chance de apresentar câncer é pequena. Cerca de 80% das mulheres que iniciaram a vida sexual podem apresentar teste positivo para o HPV, mas a maioria absoluta delas não vai desenvolver lesão alguma. As pacientes que tiveram contato com HPV poderão apresentar, também, uma lesão pré-maligna e um número pequeno dessas lesões pode evoluir para câncer, se não forem tratadas adequadamente”, reforça a Drª Telma.

Para a Superintendente Hospitalar do Instituto Mário Penna, Dr.ª Carolina Mourão, as campanhas de prevenção são importantes para chamar a atenção do público para frequentar o médico e fazer os exames regularmente. “Sabemos que alguns tipos de câncer quanto mais cedo iniciar o tratamento maiores as chances de cura. Por isso, as campanhas de prevenção são importantes para alertar a população”, afirma a Superintendente.

Acesse o Portal do Câncer e saiba mais sobre o câncer de colo uterino:

Campanha Outubro Rosa – Instituto Mário Penna

No mês de outubro, o Instituto Mário Penna promove uma grande campanha de prevenção ao câncer de mama, o Outubro Rosa. O movimento Outubro Rosa nasceu nos Estados Unidos, na década de 90. Ao longo dos anos, ele foi adotado pelos demais países para chamar a atenção para a importância da prevenção e do diagnóstico precoce da doença.

No Instituto Mário Penna, a abertura da iniciativa acontece no dia 2 de outubro, com um evento interno de humanização que contará com a participação de pacientes com câncer de mama e profissionais de enfermagem. Durante todo o mês, a campanha irá realizar ações para promover a prevenção do câncer de mama, além de incentivar a participação de pacientes por meio de depoimentos sobre superação e enfrentamento da doença. Estas ações serão realizadas em empresas parceiras da Instituição como as Lojas Rede, Supermercados BH e Verdemar.

 

 

O Instituto também disponibilizou 2.500 exames de mamografia, para mulheres de 50 a 69 anos, sem a necessidade de passar pelo posto de saúde antes. As vagas foram todas preenchidas na quarta-feira, 17/10.

A mastologista do Instituto, Kerstin Kapp Rangel, afirma que a forma de fazer um diagnóstico mais eficiente é realizar o controle anual com mastologista, mamografia regularmente e autoexame mensal. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), se a mulher tem diagnosticado um câncer de mama em estágio precoce, a chance de cura é acima de 90%.

Sobre o Câncer de Mama

Com o objetivo de despertar a ideia da prevenção e a importância do diagnóstico precoce, a campanha busca difundir informações a respeito da doença e o engajamento da população ao longo de todo o mês. A intenção é promover a conscientização sobre o câncer de mama para além da realização da mamografia anual. Ela busca principalmente ressaltar a importância do diagnóstico precoce por meio da avaliação de exames físico e clínicos e incentivar as mulheres a manterem hábitos de vida saudáveis, como a ingestão de frutas e legumes que contêm vitaminas e fibras que auxiliam nas defesas naturais do corpo.

De acordo com o presidente do Instituto Mário Penna, Paulo José de Araújo, a campanha Outubro Rosa é uma oportunidade de colocar em evidência uma das doenças que mais atinge mulheres no Brasil. “O Instituto Mário Penna realiza a campanha porque considera que a promoção de saúde e a prevenção ao câncer são pontos prioritários para o bem-estar da sociedade”, afirma. “Isto também está na nossa Visão Institucional – ‘Ser uma instituição de referência em prevenção, diagnóstico, ensino e pesquisa em câncer’. Desta forma, campanhas de prevenção ao câncer estão intrínsecas a nossa atuação e razão de existir, e o Outubro Rosa é a maior delas”, completa.

 

Campanha Outubro Rosa

Com o objetivo de despertar a ideia da prevenção e a importância do diagnóstico precoce, a campanha busca difundir informações a respeito da doença e o engajamento da população ao longo de todo o mês. A intenção é promover a conscientização sobre o câncer de mama para além da realização da mamografia anual. Ela busca principalmente ressaltar a importância do diagnóstico precoce por meio da avaliação de exames físico e clínicos e incentivar as mulheres a manterem hábitos de vida saudáveis, como a ingestão de frutas e legumes que contêm vitaminas e fibras que auxiliam nas defesas naturais do corpo.

De acordo com o presidente do Instituto Mário Penna, Paulo José de Araújo, a campanha Outubro Rosa é uma oportunidade de colocar em evidência uma das doenças que mais atinge mulheres no Brasil. “O Instituto Mário Penna realiza a campanha porque considera que a promoção de saúde e a prevenção ao câncer são pontos prioritários para o bem-estar da sociedade”, afirma. “Isto também está na nossa Visão Institucional – ‘Ser uma instituição de referência em prevenção, diagnóstico, ensino e pesquisa em câncer’. Desta forma, campanhas de prevenção ao câncer estão intrínsecas a nossa atuação e razão de existir, e o Outubro Rosa é a maior delas”, completa.

 

O Instituto Mário Penna em números

O Instituto Mário Penna é uma das principais instituições filantrópicas de saúde de Minas Gerais e é composto pelos Hospitais Mário Penna e Luxemburgo, a Casa de Apoio Beatriz Ferraz e o Núcleo de Ensino e Pesquisa. O Instituto tem mais de 60% dos seus pacientes provenientes do SUS e responde por cerca de 70% dos atendimentos dos novos casos de câncer da Região Metropolitana de Belo Horizonte e mais de 20% do total de novos casos de câncer em todo o estado.

A instituição atende a pacientes de cerca 760 municípios mineiros. Em 2017, realizou 240 mil sessões de radioterapia, 33 mil de quimioterapia, 100 mil consultas, 1,2 milhões de procedimentos e 60 transplantes de medula óssea. Para 2018, a expectativa é que as doações ajudem a manter o pleno funcionamento das unidades do Instituto Mário Penna, ameaçado pela situação econômica vivida pelo país e Minas Gerais.

 

 

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