Dos dias 16 a 19 de agosto, a coordenação do CTI promoveu uma campanha com o tema: Diminuição de ruídos, Redução do uso de aparelhos celulares e melhoria nos processos de comunicação profissional no setor. A dinâmica teve como objetivo reforçar as regras do Centro de Terapia Intensiva para melhorar o atendimento aos pacientes e acompanhantes.
Para o Instituto Mário Penna, o paciente é sempre a maior prioridade. Pensando nisso, os coordenadores realizam frequentemente ações para capacitar ainda mais a equipe médica e assistencial.
“O paciente é prioridade em todos os momentos. Sempre ouça, dê atenção e retorne a ele quando for requisitado”, reforça Grasielle Rodrigues, Coordenadora de Enfermagem do CTI.
Na dinâmica, os colaboradores foram estimulados a decifrar charadas através da identificação de erros no atendimento ao paciente. As respostas indicavam o lugar onde estavam escondidas as sílabas que formavam uma palavra essencial no tratamento.
A palavra encontrada pelos enfermeiros foi EMPATIA. “Eu acho que a primeira coisa que devemos ter é empatia. É necessário conversar com o paciente e orientar a família da forma correta, mesmo em momentos difíceis”; disse Maria Cleusa, Técnica de Enfermagem do CTI.
Além de fortalecer a missão do atendimento humanizado, pilar do Instituto Mário Penna, a atividade também contou com um momento técnico. Os colaboradores foram instruídos a identificarem os principais erros no atendimento do paciente do CTI, como ambiente mal organizado, informações erradas no quadro de identificação e aparelhos desconfigurados.
A dinâmica fez com que os colaboradores refletissem sobre as condutas e protocolos que fazem parte do momento do atendimento, com a finalidade de tornar o acompanhamento dos pacientes mais eficiente e acolhedor, sempre prezando pelo seu bem-estar.







Presente em todo estado, os Supermercados BH conduzem a campanha do Troco Solidário em 191 lojas, sendo 144 situadas na capital e região metropolitana e 47 lojas no interior. No último ano, a média mensal de arrecadação foi de mais de R$ 400 mil e, em 2022, já ultrapassa a casa dos R$ 450 mil. Hoje, este valor corresponde a 1/3 do que é utilizado para comprar medicamentos oncológicos e isso significa que a cada 3 medicamentos usados em uma sessão de quimioterapia, um deles é custeado por você. Imagine agora quantas vidas poderiam ser salvas com mais doações e mais alcance?
Os pacientes integrantes do grupo se submeteram à cirurgia para a retirada total da laringe – procedimento denominado “Laringectomia” – perdendo completamente a voz. Entretanto, com a reabilitação por meio da aquisição da voz esofágica ou implante da prótese traqueoesofágica, puderam retomar a comunicação.
Todos os meses temos o grande desafio de ter R$ 7 milhões negativos para manter os custos de atendimento para milhares de pacientes oncológicos. Isso porque, o valor pago pelo SUS é defasado há anos. A cada vez que atendemos um paciente através do SUS (que hoje representa 85% dos atendimentos), pagamos uma parte do serviço com recursos próprios. Para uma cirurgia oncológica, por exemplo, no valor de R$ 2.580,74, o SUS arca somente com R$ 830,31 e o restante é responsabilidade do Instituto. Já para uma diária de UTI em que o custo é R$ 1.866,82, o SUS disponibiliza somente R$ 436,61.