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Notícias de: Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP)

14out2021
Autor Carolina Farah Categorias Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP)

NEP: Conheça um estudo em andamento sobre câncer de mama

A campanha Outubro Rosa – prevenção ao câncer de mama – ressalta a importância de um diagnóstico precoce e eficaz para todos os públicos. Esse tipo de câncer atinge 2,2 milhões de mulheres no mundo e, no Brasil, é responsável por aproximadamente 18 mil mortes por ano. Você sabia que o IMP conta com uma equipe de pesquisadores que buscam novas formas de auxiliar no diagnóstico e tratamento das pacientes com câncer de mama? A turma no Núcleo de Estudos e Pesquisas (NEP) vem trabalhando na busca de um diagnóstico mais preciso e menos invasivo.

Uma das propostas desenvolvidas no Laboratório de Pesquisa Translacional em Oncologia do NEP é realizada pela doutoranda Thayse Batista, em colaboração com a Fiocruz Minas. Thayse está estudando o perfil de microvesículas tumorais presentes no sangue das pacientes com câncer de mama, atendidas no Hospital Luxemburgo. Estas microvesículas são liberadas pelo tumor e por células do sistema imunológico e estão presentes no sangue. Segundo Thayse, o objetivo é desenvolver um diagnóstico utilizando microvesículas, que são estruturas liberadas pelo tumor desde a sua formação, quando ainda é difícil a detecção pelo exame de imagem, tornando este método menos invasivo e eficiente na detecção da doença e no acompanhamento do tratamento.

“As microvesículas carregam várias moléculas características do tumor, que permite a identificação da sua origem e a comunicação com outros órgãos. Uma das funções dessas microvesículas é permitir que o tumor cresça e se desenvolva em outros órgãos, causando a metástase, pois sua liberação chega em outros órgãos através do sangue e transformam em um ambiente favorável ao crescimento do tumor”; explica.

Conhecer a fundo a maneira como o tumor se relaciona com o corpo é uma ferramenta potente na luta contra o câncer de mama e, proporcionar este tipo de tratamento personalizado para pacientes do SUS, é um avanço na atenção à saúde de qualidade para todas e todos.

O trabalho desenvolvido por Thayse conta com a colaboração da equipe clínica da mastologia e oncologia, dos pesquisadores do NEP e das pacientes que aceitam participar das pesquisas do Núcleo.

Thayse destaca que trabalhar de perto com as pacientes com câncer de mama trouxe uma nova perspectiva para meu trabalho. “Conhecer essas mulheres que enfrentam esta doença, muitas vezes com sorriso no rosto, me inspira todos os dias a buscar com mais afinco um serviço que vai tornar esta jornada mais tranquila e eficaz”.

*Texto escrito pela equipe do Núcleo de Estudos e Pesquisa (NEP)

5out2021
Autor Carolina Farah Categorias Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP)

NEP: A esperança de uma vacina para tratar o câncer colorretal

No texto anterior falamos sobre a importância do diagnóstico precoce como um dos principais aliados para a cura do câncer colorretal. Agora vamos falar sobre um grande avanço da ciência na busca de tratamentos mais eficientes e menos agressivos do que a quimioterapia e a radioterapia convencionais, utilizadas na grande maioria dos casos.

Recentemente, um grupo de pesquisadores da Alemanha publicou resultados promissores da aplicação de uma vacina protetiva contra o câncer colorretal hereditário em camundongos. Esse tipo de câncer colorretal corresponde a cerca de 3% dos casos (1 em cada 30) e é causado por uma síndrome hereditária chamada Síndrome de Lynch.

Neste estudo, cientistas do Hospital Universitário de Heidelberg, na Alemanha, identificaram que muitos pacientes com essa síndrome possuíam mutações idênticas no DNA da célula cancerígena. “O mais interessante é que quatro dessas mutações tinham a capacidade de fazer com que as células de defesa do próprio organismo atacassem o tumor”; conta Dra. Carolina Melo, pesquisadora do Laboratório de Pesquisa Translacional do Núcleo de Estudo e Pesquisa (NEP).

Eles então desenvolveram uma vacina com proteínas contendo essas mutações para ser testada em camundongos. Segundo a Dra. Carolina, é como se a vacina mostrasse às células de defesa do camundongo quais são as células defeituosas que devem ser eliminadas e assim elas atacam o câncer assim que ele surge.

“Os camundongos vacinados sobreviveram mais e apresentaram um tumor significativamente menor do que os não vacinados. Foi a primeira vez que testes em ser vivo mostraram ser possível atrasar o desenvolvimento do câncer colorretal hereditário com uma vacina desenvolvida a partir das mutações encontradas na célula cancerígena”; ressalta a pesquisadora.

Testes clínicos que demonstram a segurança e a eficácia imunológica dessa vacinação em humanos já foram concluídos com sucesso, em um hospital em Frankfurt, também na Alemanha, e nos próximos anos saberemos se ela será capaz de prevenir tumores e prolongar a sobrevida dos pacientes.

A ciência e a medicina estão fazendo a sua parte na busca de formas mais eficientes de se tratar e prevenir o câncer colorretal. Faça você também a sua! Previna-se! Faça seus exames de rotina de acordo com a orientação médica, tenha hábitos alimentares saudáveis, pratique exercícios. Cuide-se!

  • Texto escrito pela Dra, Carolina Melo, PhD em genética humana, que trabalha há mais 10 anos na pesquisa em oncologia e, atualmente, é parte da equipe de pesquisadores do NEP.
16set2021
Autor Carolina Farah Categorias Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP)

NEP e o câncer colorretal: prevenir ainda é o melhor remédio

O câncer colorretal, apesar de ser o segundo tipo de câncer mais comum em homens e mulheres (excetuando-se o câncer de pele não melanoma), é também um dos mais evitáveis. Isso porque ele não aparece de repente. Esse tipo de câncer tem sua origem em pólipos (crescimento anormal de células) localizados no intestino grosso nas regiões do cólon, reto e ânus. Eles geralmente não causam sintomas e podem levar entre 10 e 15 anos para se desenvolverem em câncer. Mas, se detectados durante uma colonoscopia (exame que captura imagens em tempo real do intestino) podem ser removidos antes que o câncer aconteça.

Contudo, apenas 40% dos casos de câncer colorretal são detectados em estágio inicial. A grande maioria é detectada em estágios avançados, quando os sintomas são mais evidentes e os tratamentos existentes menos eficazes.

Mas, se existem maneiras de diagnosticá-lo precocemente, por que isso ainda acontece? De acordo com a Dra. Carolina Melo, pesquisadora do Laboratório de Pesquisa Translacional do NEP, uma das principais razões é que ainda existe muito preconceito com a colonoscopia, por ser uma técnica invasiva, que exige um preparo (limpeza) do cólon considerado desagradável por incluir o uso de laxantes e grande ingestão de água.

A colonoscopia de rotina deve ser realizada na população, em geral, a partir dos 50 anos, com intervalos regulares que podem ir de 3 a 5 anos, de acordo com a orientação médica.

“Se todos tivessem consciência do sofrimento que podem ser evitados com o diagnóstico precoce do câncer colorretal, talvez não houvesse espaço para este tipo de preconceito. Existem outras maneiras de se rastrear sinais do câncer colorretal, mas a colonoscopia é a única que pode evitar que ele se inicie através da remoção dos pólipos”; ressalta Dra. Carolina.

Algumas pessoas possuem um maior risco de apresentarem essa doença. Cerca de 3% dos casos (1 em cada 30) de câncer colorretal é causado por uma síndrome hereditária chamada Síndrome de Lynch. Nessa síndrome, mutações em genes que ajudam a reparar danos no DNA, podem aumentar em até 50% o risco de uma pessoa desenvolver câncer colorretal, geralmente relativamente ainda jovem. Por isso, conhecer o histórico familiar é muito importante nesses casos.

Além disso, para quem possui problemas de inflamação intestinal, como doença de Crohn e retocolite ulcerativa, ou tem um parente de primeiro grau que já teve algum tipo de câncer no intestino, esse exame deve começar a ser feito a partir dos 40 anos de idade.

Uma boa notícia é que os pesquisadores estão trabalhando na busca de biomarcadores, como células específicas, moléculas ou genes, que permitam o diagnóstico precoce do câncer de maneira menos invasiva e mais assertiva. Outro avanço no tratamento do câncer colorretal é a recente publicação de resultados promissores da aplicação de uma vacina protetiva contra o câncer colorretal hereditário em camundongos.

Quer saber mais sobre os avanços científicos no diagnóstico e tratamento do câncer colorretal? Na próxima edição, Dra. Carolina continua falando sobre esse tema em nossas redes sociais e no Infoco.

 

  • Texto escrito pela Dra. Carolina Melo, PhD em genética humana. Ela trabalha há mais 10 anos na pesquisa em oncologia e, atualmente, é parte da equipe de pesquisadores do NEP.
3set2021
Autor Carolina Farah Categorias Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP)

Instituto Mário Penna terá o primeiro Biobanco de Tumores em funcionamento em Minas Gerais

O Instituto Mário Penna recebeu autorização do Comitê Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP) para implementação do primeiro Biobanco de Tumores do Estado de Minas Gerais. É o único em um hospital filantrópico no estado que atende mais de 80% de seus pacientes através do SUS e que estará em funcionamento a partir do próximo ano.

Dra. Letícia Braga, Coordenadora do Laboratório de Pesquisa Translacional do Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP), será responsável pelas atividades no IMP. Ela explica que os Biobancos consistem em um sistema sofisticado e bem-organizado de armazenamento programado de material biológico (sangue, líquor, tecidos tumorais e normais) e dados correspondentes, que são acessíveis para investigação científica e para o tratamento do câncer.

“Para implementação, recebemos apoio financeiro através do Programa Nacional de Oncologia (PRONON). Em um primeiro momento, o Biobanco fornecerá amostras de tecidos tumorais e não-tumorais de mama e ovário, incluindo biomoléculas como DNA, RNA e proteína. Teremos a capacidade de armazenar os materiais biológicos das pacientes através de criopreservação (-80ºC e a -180ºC), além de um sistema próprio para armazenamento de todo histórico clínico-epidemiológicos das pacientes, que será integrado ao Sistema Nacional de Biobancos”; conta Dra. Letícia.

E qual o diferencial do Instituto Mário Penna ter um Biobanco?

No Biobanco, as amostras são armazenadas com qualidade permitindo estudos celulares, moleculares ou sistêmicos, utilizando diversos tipos de tecnologias, como Biópsia Líquida, sequenciamento e Citometria de Fluxo, bem como se tem acesso a dados clínicos das pacientes com a resposta ao tratamento, recorrência, prognóstico, entre outros.

“As amostras biológicas armazenadas no Biobanco ficarão disponíveis para pesquisadores da própria instituição ou para qualquer outra (nacional ou internacional) que queira estabelecer parcerias/colaborações para pesquisa e desenvolvimento. Com isso, o Instituto Mário Penna além do reconhecimento pelo cuidado com excelência dos pacientes oncológicos, passa a ser um dos principais atores na geração de conhecimento e produtos em oncologia no contexto do SUS”; ressalta Dra. Letícia.

 

23ago2021
Autor Carolina Farah Categorias Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP)

NEP: Você gostaria de participar como voluntário em um estudo clínico?

Esta pergunta normalmente é feita pela equipe de pesquisa clínica aos pacientes do Instituto Mário Penna que podem entrar para os estudos clínicos. Mas, antes de ouvir a resposta, algumas explicações são essenciais.

O voluntário de pesquisa, também conhecido como participante de pesquisa, é uma pessoa que aceita usar um novo medicamento que está em fase de teste e que possa trazer benefício para o tratamento do câncer. A identificação dos potenciais voluntários é realizada pela equipe de oncologistas que indicam aqueles que podem participar dos estudos. Para este convite é necessário checar três pontos fundamentais:

1 – O tratamento teste possibilita mais benefício que o tratamento padrão? Em algumas situações, os estudos clínicos oferecem medicações que não estão disponíveis no SUS ou no convênio, e que já apresentam resultados promissores em comparação às terapias utilizadas na rotina, e que podem aumentar o tempo de vida ou causar menos efeitos colaterais. Em outras situações, o paciente já percorreu um longo caminho de tratamentos e as opções de terapia já se esgotaram, restando ao médico oncologista repetir um tratamento que já foi feito anteriormente. Com a pesquisa clínica é possível viabilizar uma nova linha de tratamento.

2 – O que acontece quando participo do estudo clínico? O estudo clínico não é iniciado antes do paciente ser esclarecido quanto aos riscos, benefícios, exames de acompanhamento, medicamentos usados, efeitos colaterais, tempo de tratamento, consultas e todas as outras informações necessárias para garantir o seu direito de decisão.  Após o esclarecimento, um documento chamado Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) é assinado pelo paciente e pelo médico responsável pelas orientações passadas. No termo consta todas as informações discutidas e os contatos dos responsáveis pelo protocolo clínico.

3 – O paciente atende aos critérios de segurança do estudo? Antes do estudo clínico chegar ao Instituto Mário Penna, outras análises são realizadas a respeito do medicamento, sendo possível conhecer os principais efeitos colaterais que ele pode causar, excluindo assim, pacientes que possam ter algum fator de risco para tomar a medicação. Vários exames são realizados entre a assinatura do TCLE e antes da administração da primeira dose da medicação, com o objetivo de conhecer o paciente.

Cíntia Lima, Enfermeira Coordenadora de Pesquisa Clínica, ressalta que um paciente bem esclarecido quanto às possibilidades de tratamento na oncologia, certamente não terá dificuldade em responder à pergunta do título deste texto. Ela reforça também que a missão da equipe de pesquisa clínica é oferecer o melhor tratamento aos pacientes e garantir que a sua vontade seja respeitada.

*Texto escrito por Cíntia Lima, Enf. Coordenadora de Pesquisa Clínica

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