Os colaboradores do Instituto Mário Penna começaram a ser vacinados nesta quinta-feira, dia 21 de janeiro. Seguindo as orientações da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte, nessa primeira etapa, a prioridade de imunização será para os profissionais que atuam diretamente no atendimento à Covid-19 e para aqueles que apresentam alguma comorbidade.
Antônio Carlos Vieira, Técnico de Enfermagem do CTI, foi o primeiro colaborador a ser vacinado. “Vivemos momentos difíceis e somos desafiados por esse vírus a todo momento quando tratamos do paciente. Hoje é um dia muito importante e estou emocionado. Poder tomar a vacina é motivo de orgulho, do início de uma vitória. Agora a espera é pelo momento de ver toda a população imunizada”.
Para comemorar esse marco, a primeira aplicação da vacina foi acompanhada pela presidência e diretoria do Instituto Mário Penna, representada por Marco Antônio Viana Leite, Diretor-Presidente; Rodrigo Vieira, Diretor Assistencial Hospitalar; Reni Moreira, Diretora Técnica e Alessandra Fantaguzzi, Gerente de Enfermagem.
“É um momento muito importante para nós. Poder vacinar toda essa turma que atuou bravamente para cuidar e salvar pacientes que encararam o coronavírus é indescritível. A hora é de agradecimento”; ressalta Marco Antônio Viana Leite.








O programa contemplou aqueles que estavam no último período ou até um ano e meio de formado no curso de Gestão de Serviços de Saúde da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e todas as etapas foram conduzidas pelo setor de Recursos Humanos.
O simulado foi ministrado pelo Coordenador de Enfermagem do Bloco Cirúrgico Éder Júlio Rocha utilizando uma metodologia moderna, capaz de conferir maior detenção do conhecimento, além de trabalhar o desenvolvimento técnico, postura e liderança do colaborador.
“Tudo começou com a nossa preocupação em como os pacientes que saem da UTI vão se recuperar. É necessário o acompanhamento de profissionais como fisioterapeuta, dentista, fonoaudiólogo, nutricionista, psicólogo, terapeuta ocupacional e assistente social. E é isso que proporcionamos com o Intensivida, garantindo um suporte da inserção na sociedade pós tratamento”, explica Dra. Daniella Brites, médica intensivista.