No dia 11 de fevereiro, o mundo inteiro comemorou o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência. Este dia foi estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU), há seis anos, e tem como objetivo de celebrar os feitos de mulheres na área e encorajar gerações mais novas a buscarem a carreira científica.
O Relatório de Ciências da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, e Unesco, publicado em alusão à data, aponta disparidades maiores em áreas altamente qualificadas, como inteligência artificial, onde apenas 22% dos profissionais são mulheres.
Por outro lado, segundo o mesmo relatório, em outras áreas de pesquisa, como em ciências da vida e saúde, as mulheres representam 60% do número de pesquisadores. Contra a Covid-19, elas, representaram 70% de todos os profissionais de saúde que lideram a resposta à pandemia. Contudo, ainda há um longo caminho a percorrer para a igualdade de gênero.
No Núcleo de Ensino e Pesquisa do Instituto Mário Penna, elas são maioria absoluta. Entre pesquisadores doutores e alunos de iniciação cientifica, elas representam 81%. Com seu jeito intuitivo, dedicado, inteligente e cheio de charme, elas veem fazendo ciência e contribuindo para melhorar a qualidade de vida dos pacientes oncológicos.





De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), em 2020 no Brasil, a incidência estimada de novos casos para homem foi de 309.750, sendo que 29,2% dos casos foram de câncer de próstata. Em mulheres foram 316.280 novos casos estimados, sendo 29,7% de mama.
A música foi comandada por Rayane Baldrini, Augusto Cordeiro e Ney Correa e a equipe de Humanização distribuiu kits com máscaras de proteção. O “Música no Hospital” é idealizado pelo Instituto Mário Penna e ECA – Espaço de Cultura e Arte. A proposta é contribuir na recuperação dos pacientes e na humanização do ambiente hospitalar. O projeto é destinado para aqueles que estão internados, seus familiares, visitantes e todos os colaboradores do hospital.
O prefeito explica que mais de 300 mil pessoas são assistidas pelo Consórcio. “Queremos atender melhor a população dessas cidades que fazem parte do CISAJE. Preciso acabar com esse gargalo de falta de cirurgias e atendimentos especializados. Sabemos que o câncer quando diagnosticado precocemente, tem cura. Então, a ideia é oferecer também exames preventivos para não chegarmos ao extremo”; diz.
